Saúde

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Alimentar-se de forma inadequada e manter uma vida sedentária são hábitos que a população dos países em desenvolvimento – entre os quais o Brasil – aprendeu rapidamente. Mas o problema vai além dos quilinhos a mais, e as consequências de uma dieta desequilibrada são grandes para a saúde. Uma delas corresponde ao fator de risco para as doenças do sistema circulatório como infartos e derrames: o diabetes mellitus.

Diabetes em crescimento aceleradoSua prevalência tem aumentado em proporções epidêmicas. Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) sugerem que aproximadamente 180 milhões de pessoas no mundo apresentam diabetes e, provavelmente, esse número será mais que o dobro em 2030. Os países em desenvolvimento são os que mais apresentam aumento de casos. A possível razão é a maior expectativa de vida da população, além dos maus hábitos alimentares e do sedentarismo. A OMS estima que quase 80% das mortes causadas por diabetes ocorrem em países de baixa e média renda, sendo que a maioria dessas pessoas tem mais de 70 anos.

Açúcar no sangue

O corpo não consegue administrar a glicose de forma adequada, o que aumenta seus níveis no sangue. A partir daí começam os problemas de saúde”

O diabetes mellitus é uma alteração no metabolismo da glicose, causada pela deficiência na produção ou ação da insulina – hormônio produzido pelo pâncreas e responsável por transformar as moléculas de glicose em energia. “O corpo não consegue administrar a glicose de forma adequada, o que aumenta seus níveis no sangue. A partir daí começam os problemas de saúde”, alerta Daniel Lerario, endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). Essa é a doença mais comum, considerada epidêmica e pode se apresentar de três maneiras:

Tipo I

A pessoa com esse tipo de diabetes tem de usar insulina para o resto da vida. “Esses indivíduos têm inflamação no pâncreas, daí a deficiência quase absoluta de insulina”, explica o médico.

Tipo II

Atinge, em geral, pessoas com mais de 40 anos. A maior parte das pessoas com esse tipo de diabetes tem outros fatores relacionados à doença, como obesidade, sedentarismo e histórico do problema na família. “Nesse caso, é possível tratar com medicação, dieta alimentar e atividade física. E com o passar do tempo, especialmente nos menos aderentes ao tratamento, o uso de insulina pode ser necessário”, afirma o dr. Lerario.

Gestacional

Desenvolvida durante a gravidez. Geralmente desaparece depois do nascimento do bebê. Há dois fatores de risco importantes nesse caso: o aumento des controlado de peso durante a gravidez e quando a futura mamãe tem mais de 35 anos.

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Tratando o Alzheimeir dentro de casa

O Alzheimer é uma doença degenerativa que envolve a perda gradativa de diversas capacidades importantes para o ser humano, como linguagem, memória, cálculos e julgamento, planejamento e organização e, posteriormente, funções motoras.

Os indivíduos com a doença precisam intensamente do auxílio de cuidadores, sejam eles da família ou profissionais contratados. Em ambos casos, o cotidiano destas pessoas é envolvido pelas necessidades integrais do idoso e, não raro, vivem em um dia a dia extremamente cansativo, que pode culminar em estados de puro estresse físico e emocional.

Para auxiliar familiares e cuidadores, identificamos com os profissionais do Residencial Israelita Albert Einstein (RIAE) – que atendem idosos com a doença – dicas práticas de como estimular a autonomia dos pacientes por mais tempo e de como facilitar a vida de quem acompanha esses indivíduos.

Antes da relação de dicas, leia um resumo das três principais fases da doença (que geralmente atinge os últimos 10 ou 15 anos de vida):

  • 1ª fase/Diagnóstico:
    O indivíduo passa a ter lapsos de memória e perda da noção de quantidade (uma nota de R$100 pode ser usada no lugar da de R$10, por exemplo).
  • 2ª fase/Moderada:
    A pessoa necessita de supervisão para tarefas rotineiras e, geralmente, um acompanhante para passeios fora de casa. Nesta fase ele pode desaprender o significado do farol vermelho, por exemplo, por isso é recomendado que não dirija mais.
  • 3ª fase/Grave:
    Está é a fase da dependência total para atividades como vestir, comer e usar o banheiro, e o paciente pode apresentar perda de linguagem e alucinações.
  • A primeira indicação, para a fase do diagnóstico, é procurar entender a doença e o seu desenvolvimento com o passar do tempo. Como é um processo praticamente irreversível, esse conhecimento pode auxiliar a família a criar um plano de ação.

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Uma das principais causas da ressaca é a desidratação. Assim, é essencial que o indivíduo ingira muita água tanto antes, quanto depois do consumo da bebida alcoólica. Essa atitude ajuda o organismo a metabolizar o álcool, auxiliando na eliminação das toxinas do corpo. Além disso, é muito importante que a pessoa evite ingerir bebidas alcoólicas com o estômago vazio, que é um dos agravantes para a ressaca.

As bebidas destiladas como o uísque e a vodca, costumam apresentar maior teor de álcool. Dessa forma apresentam maior chance de causar ressaca, pois a produção de toxinas será maior. Além disso, os destilados atingem mais rapidamente a corrente sanguínea, quando comparados às bebidas fermentadas, como a cerveja.

O indivíduo que abusou na ingestão de bebidas alcoólicas deve procurar dormir bem. Durante a bebedeira, o organismo teve que trabalhar muito para conseguir metabolizar e eliminar o álcool ingerido. Assim, após isso, a pessoa deve descansar, de modo a evitar a ressaca do dia seguinte.

  • Beber bastante água é fundamental;
  • Opte em realizar uma refeição saudável e que contenha bastante verdura e legume. Isso ajuda a fornecer nutrientes para o organismo que auxiliarão no funcionamento de todos os órgãos, incluindo o fígado e os rins;
  • Os enjoos podem ser evitados através do consumo de gengibre puro, ou em forma de bala;
  • Evite o consumo de alimentos gordurosos, assim como alimentos industrializados

 

Após conhecer algumas dicas de como aliviar a ressaca, basta seguir as orientações e obter os benefícios.

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Um dos maiores problemas na alimentação de recém-nascidos  é que as mães acham que a criança só chora de fome. Mas na verdade o choro é uma manifestação natural da criança e não tem relação direta com a fome que ela sente, ainda mais nas primeiras semanas, quando ele mama bem pouco.

Nos primeiros meses de vida a criança é que determina o ritmo e os intervalos de alimentação, algumas pessoas acham que deve alimentar o bebê a cada duas horas, mas não é bem assim.

  • O leite materno supre todas as necessidades do bebê até os 6 meses. Por isso, não precisa dar água, chás e outros alimentos, pois pode dar diarreia. O bebê deve esvaziar a mama em que começou sua refeição por completo. Só depois passe para a outra, não fique apenas alguns minutos alimentando as crianças.

Outro problema na alimentação dos bebês é que as primeiras refeições salgadas da criança precisam ter consistência pastosa, mas as papinhas nunca devem ser batidas no liquidificador. Isso porque liquefaz a comida, destrói as fibras e o bebê não aprende a mastigar. O certo é passar o alimento pela peneira.

As mães perdem com relação a falta de insistência com a alimentação. A criança pode fazer cara feia na hora que comer certos alimentos, mas você deve insistir, pois ela aprende a gostar depois de comer repetidas vezes.

E quando crescer pé preciso variar as formas de preparo dos alimentos para que ela possa determinar como gosta de comer ele, ou se realmente não se dá bem com aquele tipo de comida, mas não desista de cara.

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O trânsito, a instabilidade no emprego, a violência diária, entre outras situações, fazem com que o indivíduo esteja recebendo diversas doses de estrese ao longo do dia. Em alguns casos, o estresse é tão importante que pode trazer prejuízos à vida da pessoa.

estresse fisiológico tem papel muito importante no desempenho de atividades como competições esportivas, reuniões ou em situações de perigo. Como resultado, o estresse colabora com o aumento da capacidade física, do raciocínio, da memória e da concentração. No entanto, quando o estresse é diário, pode trazer malefícios à saúde do indivíduo.

Segundo especialistas, o indivíduo que não consegue se adaptar ao estresse, tem associação direta com o desenvolvimento da depressão e da ansiedade. Esse efeito tem ligação com a liberação repetida do hormônio do estresse, colaborando com a diminuição da liberação da serotonina, uma substância importante para a manutenção do bem estar. Como resultado, o estresse diminui a qualidade de vida, reduzindo os sentimentos de prazer e realização. Além desses, outros resultados prejudiciais são:

  • Aumento da pressão arterial;
  • Aumenta a chance de derrame e infarto;
  • Maior susceptibilidade ao desenvolvimento de infecções;
  • Distúrbios gastrointestinais;
  • Ganho ou perda de peso;
  • Dor de cabeça;
  • Insônia;
  • Diminuição do desejo sexual;
  • Exacerbação dos sintomas da tensão pré-menstrual;
  • Inibição do aprendizado;
  • Redução da memória;
  • Exacerbação das lesões de pele.

A melhor forma de combater o estresse é através de uma associação de medidas e de mudanças diárias. Além disso, é muito importante associar essas alterações, com um acompanhamento multiprofissional que envolva psicólogos e médicos.

  • Manter uma dieta balanceada e saudável;
  • Inicie a pratica de exercícios físicos;
  • Aposte nas técnicas de relaxamento, como meditação e massagem.

O estresse, quando fisiológico, pode trazer benefícios à vida do indivíduo. No entanto, quando ele se torna excessivo, proporciona graves consequências à saúde. Após conhecer mais sobre os malefícios do estresse e como alivia-lo, é ideal adotar um novo estilo de vida e obter as vantagens.

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falta de higiene pode causar infecções e acarretar sérios problemas para a saúde do homem, como aumentar o risco de surgimento de câncer de pênis. Apesar de ser mais rara, a doença pode levar à amputação do órgão e até óbito, se não for tratada rapidamente. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, só em 2009, apareceram 4637 novos casos de tumor peniano.

A fimose também aumenta a possibilidade do surgimento do tumor. O risco ainda é maior quando o prepúcio deixa a passagem mais estreita, já que a glande encoberta pela pele, o indivíduo pode demorar a perceber os sintomas visíveis. A circuncisão é considerada um fator de proteção, capaz de diminuir a probabilidade de contrair a doença.

Muitos homens se esquecem ou não lavam as mãos depois de irem ao banheiro, outros não sabem que é essencial enxaguar as mãos antes de urinar também. O raro hábito soa muito estranho, mas segundo especialista em urologia é importante adotar essa prática para não levar bactérias da região peniana e prevenir infecções por DST.

No momento de tomar banho, o pênis deve ser lavado com cuidados especiais. Além de evitar o mau cheiro, a limpeza evita infecções por fungos e bactérias, além do câncer de pênis. Para fazer a limpeza completa é preciso retrair o prepúcio, lavar ao redor da glande com sabonete e retirar todo o esmegma e as gorduras que ficam acumuladas na região das virilhas e testículos.

Para homens que sofrem com fimose, os cuidados devem ser redobrados, já que o estreitamento pelo prepúcio facilita o acumulo de sujeiras. Muitas vezes, nesses casos é necessário utilizar sabonete intimo, com pH fisiológico, já que alguns homens podem apresentar irritações da glande e do prepúcio com mais frequência.

Outra informação que é desconhecida é a importância de lavar o pênis depois das relações sexuais. O cuidado ajuda a remover o lubrificante do preservativo que fica misturado ao sêmen. As relações sem proteção também deve ser feita a higiene para retirar o resíduo de esperma misturado com as secreções vaginais.

Cuidados com o banho e secagem após a urina também são essenciais.

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Não importa se ocorra no início, meio ou fim da gravidez, tampouco se a mulher é mãe de primeira, segunda ou múltiplas viagens: qualquer pequeno sangramento que apareça na calcinha da gestante é capaz de fazê-la perder o sono. E neste caso, uma certa dose de preocupação é mesmo bem-vinda!

Certamente, nem todo sangramento é motivo de desespero. Em algumas situações, o sangue é até normal e não representa risco para a gestação. Mas é fundamental que o caso seja investigado.

Primeiro trimestre

De acordo com Janifer Trizi, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade Brasil, da rede D’Or São Luiz, o sangramento nesta fase da gestação pode representar ameaça de aborto ou sangramentos do colo uterino. Nos dois casos, é fundamental procurar orientação médica o mais rápido possível.

Segundo e terceiro trimestres

De acordo com a ginecologista e obstetra Janifer Trizi, nos segundo e terceiro trimestres podem ocorrer descolamento de placenta, sendo este um quadro mais grave.

“A presença de placenta prévia – anormalidade na implantação da placenta -, também pode apresentar sangramentos durante toda gestação”, acrescenta a médica. É um caso que pode trazer complicações para a gravidez, por isso, deve ser diagnosticado o quanto antes. Nesta situação, geralmente o sangramento é abundante, de cor vermelho vivo e não vem, necessariamente, acompanhado de cólicas.

No final da gravidez, pode ocorrer ainda o descolamento prematuro da placenta, que tem como sintomas, além do tom de sangue vermelho vivo ou escuro, cólicas fortes e contrações persistentes. A situação é grave e deve ser tratada com urgência.

“Independentemente do tipo de sangramento, é fundamental que a paciente procure o hospital para ser examinada e realizar USG, sendo possível um diagnóstico certeiro, podendo salvar mãe e feto”, destaca a ginecologista e obstetra Janifer Trizi.

É muito importante também que a futura mãe não se desespere nessas situações de sangramento e muito menos tome algum remédio sem orientação médica.

Relações sexuais

São comuns relatos de gestantes que tiveram algum sangramento após a relação sexual. “Neste caso é preciso parar o ato na hora e procurar o hospital mais próximo”, destaca a ginecologista e obstetra Janifer Trizi. É importante ainda evitar uma nova relação sexual até saber a causa do sangramento e ouvir as orientações do médico.

Relatos de mães

Altina Rivoli, 34 anos, dona de casa, conta que, por volta do quarto mês de gestação, teve um sangramento que a assustou bastante. “Não sentia dores, mas achei o sangramento estranho e fui ao pronto socorro pra me certificar de que estava tudo bem. Acabei passando a noite toda internada, pois estava apresentando uma infecção urinária. Foi um tremendo susto, pois cheguei a pensar que poderia estar com descolamento de placenta. O médico, então, me receitou um remédio específico e bastante água pra hidratar. Graças a Deus ficou tudo bem”, relata.

Denise Ferreira, 31 anos, professora, conta que na 11ª semana de gestação, teve um sangramento após a relação sexual. “Procurei meu ginecologista o mais rápido possível, mas ele constatou que estava tudo bem comigo e com o bebê. Depois disso tive outras vezes relação sexual sem problemas”, diz.

Consulta médica

Na consulta com o ginecologista, após o sangramento, é fundamental que você explique a ele, com detalhes, tudo que ocorreu, para que ele possa fazer o diagnóstico do caso.

As características do sangramento podem indicar suas causas: qual foi a duração do sangramento? Foi um sangramento leve ou pesado? Foi acompanhado por dores? Essas e outras questões são muito importantes.

Vale destacar ainda que, como o sangramento na gravidez pode ocorrer por diferentes motivos – podendo ou não ser algo grave -, não é possível falar de um único tratamento. “Existem vários diagnósticos, portanto, para cada caso será indicado um tratamento específico ou passada as orientações corretas”, diz a ginecologista e obstetra Janifer Trizi.

Medidas preventivas

Embora os sangramentos possam ocorrer por diferentes motivos na gravidez e, em alguns casos, sejam inevitáveis, alguns cuidados podem ajudar a evitar um aborto espontâneo ou outros problemas durante a gestação:

  • Não fume e nem use drogas de qualquer tipo, incluindo álcool;
  • Mantenha uma alimentação balanceada;
  • Faça verificações médicas regulares;
  • Siga todas as orientações passadas pelo seu médico desde o início da gravidez;
  • Não hesite em procurar ajuda médica em caso de dúvidas.

Seguindo essas dicas simples, a gravidez, provavelmente, será tranquila, sem oferecer riscos à mãe ou ao bebê.

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A alimentação é uma ferramenta muito poderosa e pode tanto proporcionar mais saúde como também acabar provocando algumas doenças e atrapalhando o adequado funcionamento do organismo.

Quando se pensa em lesão hepática, o álcool é a substância comumente associada a esse tipo de situação. O excesso da ingestão de álcool, bem como outras substâncias como medicamentos e drogas, é capaz de lesar diretamente as células hepáticas. Outro tipo de agressão, comumente relacionado à alimentação inadequada, é esteatose hepática, um problema que afeta cerca de 20% dos brasileiros e corresponde aoacúmulo de gordura no fígado.

  • Bebidas alcóolicas

É o vilão mais popular, comumente relacionado à cirrose hepática. Até mesmo o famoso cálice diário de vinho tinto, que está relacionado à benefícios para a saúde, deve ser evitado por pessoas portadoras de problemas hepáticos;

  • Carboidratos

Os carboidratos podem ser bastante perigosos para o fígado. É claro que os pães e massas não precisam ser excluídos do cardápio, mas é fundamental ter bastante cuidado na hora de consumir esse tipo de produto. O mais recomendado é dar preferência para as versões integrais, lembrando-se de equilibrar a quantidade de carboidrato com a de outros nutrientes.

  • Gorduras saturadas

As frituras, carnes gordas e produtos industrializados, apesar de deliciosos, são ricos em gordura saturada, capaz de aumentar o índice de gordura em todo o corpo, inclusive no fígado.

  • Alimentos ricos em corantes e conservantes artificiais

Quanto mais industrializado, mais cheio de substâncias artificiais será o produto. O resultado será uma maior concentração de substâncias potencialmente nocivas às células hepáticas

O fígado é um órgão importantíssimo e que apresenta inúmeras funções, indispensáveis ao adequado funcionamento do organismo. Por isso vale a pena tomar os devidos cuidados alimentares para evitar lesões hepáticas, especialmente no caso de indivíduos portadores de doenças do fígado, e dar preferência aos alimentos que protegem o fígado.

 

 

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As aftas ou a estomatite é uma infecção viral, causada pelo vírus herpes simples tipo 1 e é muito comum entre as crianças e que causa diversas lesões na boca e na garganta dos pequenos. Devido a isso, o bebê apresenta muito desconforto e dor, em especial, durante a deglutição. É importante ressaltar que outros tipos de vírus como o coxsakie também pode provocar as aftas. No entanto, essas lesões se manifestam nas mãos, nos pés e na boca.

As lesões costumam ser pequenas, com 1 a 5 milímetros de diâmetro, de coloração acinzentada ou amarelada no centro e avermelhada por fora. A gravidade e a localização das feridas dependem do tipo de vírus que está provocando a estomatite. As aftas podem aparecer na gengiva, na parte interna das bochechas e no fundo da boca, podendo acometer a língua, as amigdalas e o céu da boca. Devido a dor, o bebê pode apresentar irritabilidade, além de perder o apetite, apresentar mau hálito e febre.

  • o tratamento, é necessário dizer que o bebê não precisa utilizar antibiótico para combater a doença, uma vez que a afta é uma infecção viral A mãe pode recorrer ao uso de analgésicos que ajudam a reduzir a dor e a febre. No entanto, antes de fazer o uso por conta própria, é ideal que os pais busquem a orientação de um especialista.
  • Continuar o fornecimento da água para a criança é essencial para mantê-la hidratada. Uma dica é fornecer bebidas que agradem a criança, como os sucos.

estomatite ou as aftas é um problema muito comum entre os bebês. No entanto, não é necessário que as mães fiquem aflitas diante da patologia, uma vez que a infecção tem tratamento. Após conhecer mais sobre as aftas, incluindo sua definição e tratamento, é importante que as mães fiquem atentas as manifestações associadas ao problema e, diante de qualquer manifestação preocupante, buscar a orientação de um especialista.

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O problema pode ser classificado como primário, quando não existe nenhuma causa orgânica responsável pelas cólicas, ou em secundário, quando os sintomas aparecem em decorrência de alguma doença.

Melhor do que tratar os incômodos sintomas é tomar algumas medidas preventivas, como consumir regularmente alimentos capazes de combater a cólica menstrual.

  • Alimentos ricos em vitamina E

Esses produtos são capazes de estimular a produção endógena de endorfinas, capazes de inibir a liberação de prostaglandinas. Essa vitamina pode ser encontrada em vegetais de folhas verdes, óleos vegetais (como o de milho, palma, girassol, soja e amendoim), nozes, grão inteiros e sementes;

  • Produtos ricos em magnésio

O magnésio possui uma forte ação analgésica, sendo capaz de inibir a secreção de prostaglandinas e ainda relaxar a musculatura uterina. Para tirar todo proveito desse mineral, vale a pena ressaltar a importância de consumir produtos ricos em vitamina B6, responsável por aumentar a entrada de magnésio nas células;

O magnésio pode ser encontrado em nozes, amêndoas, frutas, cereais e grãos vegetais e leite. A vitamina B6 está presente na banana, espinafre, peito de frango, salmão, tomate, abacate, farelo de trigo, atum e amendoim.

Várias medidas podem ser tomadas para diminuir o desconforto ocasionado pela dismenorreia. O segredo para que haja uma diminuição efetiva da dor é realizar a intervenção no momento certo, contando com o apoio de analgésicos e anti-inflamatórios. O recomendado é que esse tipo de medicação seja tomada logo nos primeiros sinais de dor, a fim de evitar a formação de prostaglandinas, responsáveis pela sensação tão desconfortante.

A dismenorreia é um problema sério na vida de muitas mulheres, e pode ser altamente incapacitante.

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Uma doença silenciosa, cujos sintomas na fase inicial não são facilmente identificáveis. Assim é a diabetes, que acontece quando o nível de açúcar no sangue (glicose) tem um aumento acima do normal. Apesar de ser uma doença crônica e sem cura, é possível controlar e levar uma vida normal.

Sentir-se muito cansado após comer

A vontade de tirar um cochilo depois das refeições é natural, mas se isso acontece muitas vezes, pode ser um sinal do seu corpo aos carboidrados, que são discriminados pela corrente sanguínea como glicose (açúcar no sangue), principal fonte de energia do corpo. Quando o sangue contendo a glicose atinge o pâncreas, o órgão recebe a mensagem de liberação de insulina. Com o tempo, esse ciclo pode fazer com que o organismo se torne resistente à insulina.

Ter ansiedade de comer carboidratos

Seu corpo pede chocolates, batatas fritas e outros alimentos com muito açúcar, sal e gordura, que acendem o sistema de recompensa do cérebro, que passa a pedir cada vez mais. Isso pode ser perigoso, pois carboidratos simples (açúcar, farinha branca) quebram rapidamente, fazendo com que as células resistentes à insulina ignorem essa entrada de glicose no sangue. Assim o pâncreas libera mais insulina, gerando uma redução do açúcar no sangue. O corpo fica preso em uma onda de cansaço e, naturalmente, anseia por novos alimentos que darão energia. O cérebro se torna obcecado com esta missão, num ciclo vicioso. E, além disso, aumenta o peso.

Seu corpo se parece mais com uma maçã do que com uma pêra

Mais grave do que o ganho de peso é o ganho de peso em uma área específica do corpo, mais exatamente em torno da cintura e do abdômen. Esse fato está associado com resistência à insulina e pré-diabetes. A chamada “gordura da barriga” está ligada a uma taxa maior de pressão arterial, doenças cardíacas, acidente vascular cerebral e níveis perigosos de colesterol. Tudo isso são fatores de risco para a diabetes.

 Excesso de peso

É uma característica comum dos pré-diabéticos e, por si só, um grande fator de risco. O mais preocupante é quando a pessoa tenta cortar as calorias e não consegue, o que pode ser um sinal de mensagens contraditórias que as células estão recebendo.

Pressão alta

Se o aumento da pressão acontecer junto com o aumento de peso, fadiga e altas taxas de colesterol e triglicérides, pode ser um forte sinal de pré-diabetes. Muita gente se preocupa com os problemas de coração e não percebem que a pressão alta pode estar relacionada também a outras doenças.

Manter uma alimentação balanceada e praticar exercícios físicos é fundamental, pois estes hábitos atuam diretamente na perda de peso. Troque os lanches rápidos por opções mais lentas de se digerir, como nozes, banana, cenouras cruas. Com o tempo, o hábito se estabelece.

Escolha carboidratos mais complexos, como grãos integrais (cevada, aveia, quinoa, arroz integral), hortaliças e frutas inteiras (não suco), pois assim o corpo precisa trabalhar mais para digerir, fazendo com que o açúcar no sangue permaneça estável por mais tempo.

E não pense em perder muitos quilos de uma só vez. Pense em ir perdendo aos poucos. Perder de 5% a 7% do peso corporal previne ou retarda a diabetes em até 60%. Para isso, a melhor combinação é dieta equilibrada e atividades físicas.

Quanto às atividades físicas, comece aos poucos, com pequenas caminhadas de 15 minutos e vá aumentando gradativamente. O ideal são 30 a 60 minutos diários, mas o mais importante é não continuar no sedentarismo. Ao construir músculos, o corpo aumenta no número de enzimas que são capazes de metabolizar a glicose como fonte de combustível para as células. Cuide-se.

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Como cuidar da saúde dos ouvidos

É comum que este órgão tão importante muitas vezes seja negligenciado quando se trata de cuidados. Cuidamos da saúde bucal, do nosso corpo e outros órgãos, mas por vezes o ouvido passa sem os cuidados necessários.

Uma das coisas que se deve evitar quando se trata de cuidados com o ouvido é o uso de hastes flexíveis. Quando inseridas muito profundamente no ouvido, elas podem até perfurar o tímpano. Por isso, especialistas recomendam que sua limpeza seja feita com uma toalha com o auxilio do dedo indicador, assim você pode limpar a parte externa e não comprometerá a saúde do seu ouvido.

Outro fato interessante é que o ouvido é um órgão que possui seu próprio mecanismos de limpeza, ou seja, a intervenção humana não é necessária. A cera presente no ouvido, em pequenas quantidades, serve como proteção e os próprios pelos que se encontram no ouvido fazem o trabalho de expulsar seus excessos.

Portanto, nada de querer “cutucar” o ouvido até remover toda a cera. Caso acredite que seu ouvido está sujo ou precisa de mais cuidados, procure um otorrinolaringologista.

Zumbido

É muito comum ouvirmos um zumbido no ouvido e isso acontece geralmente devido à exposição a ruídos excessivamente altos, uso de fone de ouvido no volume muito alto e inclusive pelo uso desorientado de anti-inflamatórios e descongestionantes.

Para evitar o problema, deve-se proteger os seus ouvidos de ruídos altos como de máquinas e instrumentos de construção civil. Além disso, o uso de fone de ouvido deve ser feito com cautela e sempre com o volume em uma altura agradável e não exagerada.

Para tratar esse incômodo, pode ser necessário usar aparelho auditivo e evitar a cafeína, para que a circulação sanguínea não aumente e deixe o zunido ainda mais forte. É importante prevenir esse problema, pois ele pode causar problemas de concentração, dificuldade para dormir e até influenciar negativamente a sua libido.

Otite média

A otite média acontece normalmente nas épocas frias do ano, quando as gripes são mais comuns. No caso da otite média, os fluidos decorrentes de infecções bloqueiam a passagem de ar que normalmente deve ocorrer entre o canal que liga o ouvido ao nariz.

Se você sentir dor de ouvido e dor de cabeça, acompanhada de tontura, diminuição da audição e uma sensação estranha de que seu ouvido parece estar tapado, você pode estar sofrendo de otite média.

Para tratar o problema, deve-se consultar o médico para que ele receite os medicamentos apropriados e é possível também que seja necessário fazer uma drenagem para remover a secreção acumulada no canal.

Otite externa

A otite externa é muito comum durante o verão, pois os frequentes banhos de piscina e mar podem facilitar a entrada de água nos ouvidos. A otite externa se caracteriza por dor de ouvido, em especial durante a mastigação. Outro sintoma da otite externa é a diminuição da audição.

Quando perceber sinais da otite externa, não use cotonete para tentar remover a água que ficou dentro do ouvido, pois isso pode pior a situação. Para aliviar a dor, use compressas quentes. Para fazer a compressa, esquente um pano com o ferro de passar e depois coloque o pano aquecido sobre o ouvido por cinco minutos. Tenha cuidado para não se queimar com o ferro ou esquentar o pano demais, senão você pode queimar a orelha.

Apesar desse tipo de otite não poder causar surdez, é recomendado consultar um médico, pois ele poderá indicar o tratamento ideal com medicamentos específicos para o caso.

Não se esqueça de sempre cuidar e ficar atenta aos sinais que seu ouvido dá de que algo está errado com ele. E, em caso de dúvidas, busque aconselhamento médico.

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Você tem dúvidas quanto à higiene da boca do seu filho? Saiba que conforme a criança vai crescendo e mudando seus hábitos alimentares, a atenção com os dentes deve redobrar.

A partir dos 3 meses (sem dentes): combata as bactérias bucais que podem ser produzidas pelos resíduos de leite fazendo uma limpeza, uma vez por dia (à noite), com fralda ou gaze. enrole-a no dedo, embeba em água e passe na língua, nas bochechas e gengivas do pequeno, suavemente.

4 a 6 meses (dentição inicial): continue a higienização com gaze ou, se preferir, utilize a dedeira de silicone. Limpe os dentes e a boca após as refeições e antes de dormir, sempre em movimentos suaves.

18 meses em diante (molares): até a criança aprender a cuspir, use escova e creme dental sem flúor. Depois prefira pastas infantis com flúor, para prevenir cáries.

A partir dos 12 anos (dentição permanente): a criança deve usar escova no tamanho adequado e pasta com flúor. A escovação deve ser realizada de forma oblíqua – da gengiva para o dente. A criança precisa passar o fio dental ao menos uma vez ao dia.

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Café e chá verde podem ajudar na diminuição do risco de uma pessoa ser vítima de um acidente vascular cerebral (AVC). Quem consome essa bebida regularmente consegue uma proteção maior contra esse problema, que pode ser fatal.

  • O tomate esteve envolvido em polêmicas nos últimos tempos por conta do valor elevado. Esse fruto vermelho é rico em antioxidantes, que ajudam a retardar o envelhecimento das células e previnem o AVC. Uma nova pesquisa finlandesa foi a responsável por apontar esse dado. De acordo com o estudo, esse efeito protetor acontece porque o tomate é rico em licopeno, que é uma substância responsável por dar a cor avermelhada ao fruto e que funciona como um agente antioxidante no corpo. Inclua o tomate em todas as refeições, em forma de salada, suco ou molhos.
  • Não precisa passar horas correndo, apenas 120 minutos de caminhada no mesmo ritmo já ajuda a ficar longe das estatísticas de acidentes vasculares cerebral. A conclusão é de epidemiologistas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Seu estudo foi direcionado as mulheres, mas a regra funciona para homens também. Caminhar diminui a pressão arterial, impacta na baixa do colesterol ruim e das taxas de glicose, além de dificultar a formação de placas de gordura que entopem os vasos do cérebro e ocasionam o AVC. Por isso, comece a caminhar duas horas por dia e veja a diferença.

Reconhecer os sintomas do acidente vascular cerebral é fundamental para minimizar os impactos na saúde a pessoa que está sendo vítima do mal:

–  Cegueira fugaz ou alterações na visão;
– Formigamento nos membros superiores, inferiores ou no rosto;

– Dor de cabeça intensa e repentina;

– Problemas para falar ou entender o que os outros dizem;

– Paralisias e dificuldades para realizar movimentos, até mesmo os mais simples, como engolir;
– Dificuldades para caminhar ou manter o equilíbrio.

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Como cuidar do Resfriado

Assim que sentir que o resfriado se aproxima, aumente a ingestão de líquidos , água ou sucos, pois o corpo hidratado ameniza sintomas como garganta dolorida ou nariz entupido.

Se a garganta começar  a aranhar, faça gargarejos com água morna misturada a uma meia colher de chá de sal. O ingrediente diminui o excesso de água nos tecidos da região, reduzindo inflamação, limpando mucosas e eliminando bactérias e vírus, o que colabora para curar um resfriado ou mesmo ajuda a evitar um.

Assim que os sintomas começam a aparecer, vá à farmácia e compre analgésicos, antialérgicos, que ajudam a tratar rinites e olhos lacrimejantes. Claro, que com aval do seu médico.
Tome um banho quente que ajuda a hidratar a mucosa nasal e a manter limpas as passagens na região. Se o médico recomendar, use um spray nasal.
Se puder, não trabalhe. O corpo consegue combater melhor a virose se estiver em repouso. Se não for possível, apenas mantenha-se a certa distância dos colegas de trabalho e lembre-se de lavar as mãos com muita frequência e aplicar gel com ação desinfetante.

Não pare de ingerir líquidos
Mantenha consumo regular de água, sucos ou chá e prefira ainda refeições líquidas, como uma sopa.

-Mexa-se um pouco
Praticar exercícios leves pode ajudar o sistema imunológico a reagir, mas é preciso manter os batimentos cardíacos abaixo de 100 batidas por minuto.

Uma dieta saudável ajuda a dar combustível ao sistema imunológico.  No jantar, escolha alimentos ricos em proteínas como carne, peixe ou feijões, acompanhados de grãos integrais e vegetais ricos em antioxidantes. Tome um banho quente e depois tente dormir.
Se acordar sentindo-se pior, com ânsias de vômito ou dores de cabeça, ligue para o médico, pois esses sintomas podem indicar a presença e outras doenças além de um simples resfriado.

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