Plantas

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As orquídeas, da família Orchidaceae, são uma das mais populares tipos de plantas, mesmo sendo bastante comuns. Essa adaptabilidade à maioria dos climas ajuda na sua proliferação e no seu fascínio, algo que, segundo a história, remonta à altura em que a Raínha de Sabá presenteou o rei Salomão, de Israel, com um enorme buquê de flores.

Com muitas formas, cores e tamanhos, as orquídeas crescem facilmente em vaso com o seu formato intrigante, o que faz delas uma das plantas mais bonitas de ter em casa. Fáceis de adquirir, aprenda aqui como cuidar de orquídeas em vaso e melhore o seu jardim pessoal.

Instruções
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Quando compra uma orquídea, ela vem normalmente num vaso. Logo, a primeira coisa a fazer, é tratar do transplante para um vaso maior quando chega a casa.

Retire assim a planta do vaso e lave as raízes com água corrente. Utilize os dedos para retirar os detritos e as raízes mortas, deixando apenas as saudáveis.

No vaso novo, coloque no fundo uma camada de brita, para drenagem da água. Depois, coloque o substrato e deixe-o bem úmido. Agora coloque a planta num dos cantos e a brotação nova voltada para o centro, já que assim vai ter espaço suficiente para se desenvolver.

Por fim, pode ainda colocar algum adubo orgânico na parte lateral do vaso.
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Depois de transplantada para o seu novo vaso, as orquídeas precisam de cuidados de manutenção para crescerem saudáveis na sua casa.

Primeiro, não misture no viveiro as suas orquídeas com outras espécies de plantas, de forma a evitar os parasitas. Depois, escolha um local com boa exposição solar, mas onde a luz seja controlada, ou seja, não seja direta, já que o sol pode provocar queimaduras nas suas folhas. A orquídea deve ficar cerca de 70 por cento à sombra.

Não se esqueça que a ventilação também é fundamental para o crescimento das suas plantas, por isso, sempre que possível, deixa as janelas abertas para a renovação do ar da sua casa.
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A rega também é fundamental para o crescimento das orquídeas. Esta deve ser feita regularmente da seguinte forma: rega-se até a água escoar pelos buracos no fundo do vaso e, depois, espera-se até que substrato vegetal fique seco para regar novamente. Além disso, nos dias de grande calor, pode também borrifar a planta com água, para que ela não desidrate.

Seguindo estas dicas, as suas orquídeas crescerão no vaso sem problemas e saudáveis, abrilhantando o seu jardim pessoal.

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Violetas são plantas sensíveis, seu crescimento e ciclo de vida dependem de diversos fatores. No Brasil, ficaram conhecidas no século XIX e são oriundas da África, Estados Unidos e Japão. Pertencem à família Gesneriaceae e possuem mais de 2 mil espécies.

Com flores pequenas, possuem diversas variações e cores, sendo mais facilmente encontradas nos tons de rosa, branco, multicor e roxo. Este tipo de planta é perene e não aprecia a ação direta do sol nem regas diárias. Solos ricos em minerais e temperaturas entre 15° C e 27° C são propícios para a criação de violetas, que, nessas circunstâncias, pode florir o ano todo.

As condições de manutenção do vaso onde a violeta será plantado também é um ponto ao qual se deve atentar. Ela pode ser cultivada em recipientes com, no mínimo, 12 cm de altura, mas quanto maior o espaço, melhor. É importante não utilizar prato embaixo do vaso, pois a violeta pode ter as raízes aprodrecidas pelo resto de água que fica acumulado, sem falar no risco de dengue, já que as regas devem ser feitas semanalmente no inverno e duas vezes por semana no verão.

Se você está interessado em cultivar violetas, este tutorial apresentará algumas dicas de jardinagem que se aplicam a plantas dessa família. Com alguns cuidados e respeitando as necessidades do vegetal, é possível que a sua violeta cresça saudável e com flores que brotarão por um longo período.

Instruções
1
Escolha um local com sombra, mas ao alcance dos raios solares. Se você mora em apartamentos, dê preferência a vasos dispostos em jardineiras ou prateleiras situadas em pontos iluminados.
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Para montar o vaso, coloque pedrinhas ou pedaços de isopor no fundo. Em seguida, ponha terra de construção, substrato vegetal e um pouco de humus de minhoca.
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Para regar as violetas, não utilize água com cloro, pois a planta não aprecia. Caso a água da sua casa tenha um alto teor dessa substância, deixe-a descansar por 12 horas antes de regar.
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Para reprudizir suas violetas, faça cortes diagonais na base de folhas saudáveis que tenham atingido, pelo menos 5 cm. Plante em terra rica, adubada e espere enraizar. Quando isso acontecer, transfira para um vaso preparado com pedras/isopor, terra, substrato e humus.
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Violetas estão predispostas a pragas como ácaros e chonchonilhas. Utilize uma mistura de fumo de rolo e água para pulverizá-las se estiverem sob o ataque destes parasitas. Em casos graves de raízes contaminadas, retire a planta do vaso, lave as raízes com água e replante em um novo vaso. Coloque este mesmo vaso em um outro local, distante de onde a planta estava anteriormente.

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A planta é extremamente florífera, onde as flores começam a se desenvolver rapidamente conforme o cultivo adequado. Muitas das flore possuem coloração amarela, alaranjada ou até mesmo avermelhada, variando muito de variante para variante. A principal e mais importante característica da flor é que essas cores se combinam formando muitas pintinhas ao longo das pétalas, bem como o felino que dá nome a mesma: o leopardo.

Vale lembrar que a flor pode ser cultivada em ambiente fechado, bem como em varandas ou pátios, desde que sejam regadas regularmente e respeitando a sua forma de cultivo ideal.

Em vasos, canteiros e bordaduras, a espécie também pode se desenvolver normalmente, sem maiores problemas, de forma isolada ou não.

– A flor leopardo é uma das menos exigentes que se tem aqui pelo mundo. Sol pleno e meia-sombra as vezes são bastante suficientes para que a planta cresça de forma saudável, desenvolvendo suas flores e folhas da melhor maneira possível.

– Use muita matéria orgânica para adubar e deixar o solo bastante fértil durante o desenvolvimento da espécie. A fertilidade da terra é um dos fatores mais importantes para o cultivo adequado da flor. Com isso, a adubação do solo deve ser feita pelo menos duas vezes por ano para garantir uma boa floração.

– Lembre-se que a flor deve ser bem regada, não chegando ao ponto de encharcar o solo. No que diz respeito as regas, elas devem ser semanais, a não ser que haja muita chuva no local de plantio da flor-leopardo. Durante as épocas mais frias do ano, as regas devem ser diminuídas. É nesta época que a planta se encontra mais vulnerável ao encharcamento por causa da forte incidência de chuvas em algumas regiões.

– Durante toda a época do ano, procure regar pelo menos uma ou duas vezes por semana. Um outro ponto muito importante no cultivo da flor-leopardo é sempre eliminar as ervas daninhas do solo. Elas prejudicam e muito o desenvolvimento das flores, bem como de diversas outras espécies do seu jardim, impedindo que a mesma faça a sua multiplicação natural.

– Além de suas flores atraentes que chama borboletas e abelhas como agentes polinizadores, a espécie pode se propagar de outras maneiras mais complexas. A divisão das touceiras é uma das formas de multiplicação da espécie.

Vale lembrar que as sementes da espécie possuem

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Além de acrescentar cor e beleza ao jardim, a lavanda é cortada e seca para adicionar fragrância aos produtos de beleza caseiros ou é utilizada para encher sachês, que são colocados nas gavetas de roupas e pot-pourris para adicionar uma fragrância suave ao ar.

– Encontre uma área do seu jardim que receba bastante luz solar e tenha terra macia e bem drenada. Se não deseja retirar as plantas do recipiente, você pode colocá-las em um pátio ou área do jardim com bastante sol.

– Pegue terra com uma pá para criar um monte entre 45 cm e 60 cm de largura. O monte precisa ser alto o suficiente para acomodar as raízes da planta. Faça cada monte com aproximadamente 90 cm de distância um do outro, para que a lavanda tenha um espaço amplo e se desenvolva bem.

– Cave o centro do monte para criar um buraco e, em seguida, coloque pedrinhas, de aproximadamente 2,5 cm de diâmetro, até cobrir seu fundo. As pedras promovem drenagem para as raízes, que é essencial para sua sobrevivência. Coloque as raízes dentro do monte e cubra com terra.

– Regue com moderação, pois o excesso de água leva ao crescimento de fungos e gera dificuldades à planta. Coloque uma mangueira de irrigação ao longo dos montes para fornecer a quantidade necessária de água e evitar o encharcamento da terra.

– Apare um terço da planta durante o outono, para prevenir danos aos ramos durante esses meses mais frios. Acrescente areia grossa ao redor dos montes, para servir como uma proteção, e adicione adubo à lavanda antes ou depois das chuvas de outono, para nutrir a terra.

Para replantar a lavanda basta retirar do vaso apertando onde ela está e colocar em outro, de preferencia cerâmico, já preparado para o plantio, com a terra do local onde a planta estava, misturando com a nova terra.

  • Benefícios da lavanda
    Além do perfume, a Lavanda ou Alfazema, como é conhecida no Brasil, pode ser utilizada também como fonte medicinal analgésica, sedativa, antiinflamatória, antiséptica, relaxante e calmante. Além disso, a cor lilás já é ‘calma’ e isso ajuda.

Os cuidados e condições de crescimento adequadas são essenciais para que as plantas de lavanda cresçam bem.

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Uma casa bem arrumada e harmonioza necessita ter flores que não apenas servem para embelezar o ambiente, mas que dão sempre um aspecto diferenciado a casa.

As bromélias estão divididas em grupos chamados gêneros – que hoje são mais de 50.

Devido a sua boa adaptação ao clima nacional e uma ótima aparência, que faz dela uma ótima escolha para decorar jardins, as bromélias foram predatóriamente arrancadas de seus ambientes naturais nos últimos anos, o que colocou várias espécies em risco de extinção. Porém atualmente já existem produtores especializados em cultivar estas plantas para vender, sendo assim, é possível adquirir exemplares para a decoração sem denegrir o meio ambiente.

Além de poderem ser utilizadas sob o chão em jardins, pode-se plantar bromélias sobre outras plantas ou em pedras, o que faz dela uma planta bastante versátil no paisagismo.

– Não enterre demais as bromélias, mantenha a base das folhas acima do solo

– Não use um vaso muito grande, pois há perigo de umidade excessiva nas raízes.

– Não permita que a planta fique “balançando”, fixe-a bem, pois isto poderá danificar o tenro desenvolvimento das novas raízes. Estaqueie a planta se necessário, até que as raízes estejam bem desenvolvidas.

– Coloque sempre uma boa camada de cacos de telha ou pedriscos no vaso, que deve ser sempre furado nas laterais ou no fundo.

– O plantio varia um pouco de espécie para espécie, embora algumas cresçam sobre o solo comum como outras plantas, a maioria dos exemplares são de plantas epífitas e necessitam de apoios diferenciados, como galhos de árvore, pedras ou preparados similares a xaxins, como os emaranhados de fibra de coco.

Irrigue a planta periodicamente, de forma a sempre umedecer o substrato quando ele estiver

Caso esteja cultivando sua bromélia sobre o solo, adicione um pouco de fertilizante orgânico semestralmente, já se caso estiver cultivando sobre outro tipo de substrato, utilize alguma forma de adubo químico pulverizável de tempos em tempo para manter sua planta sempre bem nutrida.

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Não é necessária muita técnica ou espaço para se criar flores em casa. Deve-se apenas atentar para a espécie escolhida e a sua adaptação ao clima do local onde se pretender realizar o cultivo.

Se não há um quintal disponível para se ter um jardim com variadas espécies de cores e tamanhos diferentes, as flores podem ser cultivadas em jardineiras, corredores de apartamentos e até mesmo em vasos perto da janela. O importante é que haja claridade para a planta poder realizar o processo de fotossíntese, de onde tira o seu “alimento”.

É necessário destacar que o importante mesmo é escolher a espécie certa que se adapte bem ao local onde será plantada e ao seu tempo disponível, já que cuidar de plantas exige tempo e dedicação.

– Escolha o espécie correta de acordo com o espaço disponível e o clima da sua cidade conversando com pessoas que já cultivam plantas há muito tempo. Ao comprá-la, dê preferência a uma muda grande e vistosa.

– Separe o substrato vegetal, a areia de construção, o humus e as pedrinhas ou pedaços de isopor. Comece a montar o vaso/jardineira pelas pedras ou isopor. Caso possua um canteiro, não será necessário utilizá-las.

– Após posicionar as pedras no fundo do local onde será pantada a muda, coloque um pouco de areia de construção e posicione a muda.

– Coloque o resto da terra de construção, acrescente substrato vegetal e humus de minhoca para finalizar. Faça uma rega imediatamente após o processo.

– Coloque água e adubo respeitando as necessidades da espécie. De maneira geral, para florir as plantas precisam de adubo a cada três semanas.

Para que as plantas cresçam bem em vasos, uma boa drenagem é fundamental. Os furos de drenagem precisam ser cobertos para que a terra fique bem colocada; pedaços de cerâmica quebrados, uma tela fina ou um filtro de café são boas escolhas. Você pode também adicionar uma camada de pedras pequenas, perlita, ou areia grossa no fundo do vaso. Em áreas internas ou em varandas, em que a água que escorre do vaso causaria algum dano, coloque uma bandeja embaixo do vaso para coletar o excesso.

Sempre estude e procure saber informações sobre as espécies que você tem em casa, para cultivar de melhor maneira sua florzinha.  Uma casa com flores é uma casa cheia de vida. Coloridas e perfumadas, as flores, além de alegrar e trazer vida ao ambiente, são ótimas opções de decorar o ambiente sem gastar muito.

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É uma suculenta, planta que armazena água nas folhas e caules, que tem o formato parecido com o de uma rosa. É muito usada para fazer arranjos em vasos com outras suculentas e cactos. E que tem folhas peladas usam outro recurso para obter o mesmo efeito: são cobertas por uma cera grossa, que lhes dá um aspecto lustroso e evita a evaporação. Desse jeito, o estoque de água fica preservado por mais tempo.

– Como são originárias de regiões muito quentes, as suculentas gostam de sol pleno e pouca água. Se elas estiverem plantadas em vaso, regue-as duas vezes por semana ou quando sentir que a terra está seca ao toque.

– Nunca deixe sobrar água no prato: quase nenhuma planta gosta de ficar com os “pés” molhados. Já as suculentas cultivadas diretamente no chão requerem mais regas, porque o processo de evaporação da água é bem mais acelerado.

-Esqueça todas aquelas complicações de estacas e sementes: suculentas se propagam muito rapidamente. E ainda têm a vantagem de não precisar de uma planta macho e outra fêmea, como acontece com algumas espécies.

Quando uma folha cai no chão, logo cria raízes e, surge outra muda – assim, como mágica. Se quiser brincar de jardineira, tire uma folhinha da sua suculenta e coloque a ponta na terra. Continue regando normalmente.

– Elas são plantinhas pacíficas e sem exigências de espaço. Por isso, podem viver em grandes famílias, todas num mesmo vaso. A quantidade de espécies juntas vai depender do tamanho e da profundidade do vaso.

Antes de começar, tome o cuidado de agrupar plantas que tenham os mesmos gostos de água e sol. Também preste atenção para não deixar que as maiores façam sombra nas menores. Vire o vaso de vez em quando, para ter um crescimento por igual.

– Chamam-se echeverias as suculentas cujas folhas fazem uma grande flor, semelhante a uma mandala (desenho indiano bem geométrico). De coloração esverdeada ou azulada, essa espécie é conhecida também como rosa-de-pedra e se dá muito bem em vasos.
Quando for molhá-la, evite derramar água na planta: procure uma área de terra no vaso ou dê uma ligeira levantada nas folhas para regar abaixo delas. Como diz o ditado: água mole em pedra dura, tanto bate.

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Cada vez mais as pessoas se preocupam em consumir alimentos saudáveis e ter uma horta na sua casa onde possam ser plantados alguns alimentos pode ser uma boa opção.

Para fazer a sua horta num apartamento, o primeiro passo que deve ter em atenção é a escolha adequada das plantas que vão ser cultivadas.  O local para a sua horta tem que ser bem iluminado.
Procure sementes com qualidade e em casas que se dediquem a esta atividade, pois os seus funcionários podem dar uma ajuda esclarecendo as suas dúvidas e dando opiniões de forma a tomar as decisões mais adequadas.

Todas as plantas necessitam de luz para se desenvolverem e sobreviver sendo, por isso, necessário escolher um local para elas que tenha bastante luz natural. As sementes ou as plantas devem ser regadas pelo menos de dois em dois dias.

Ao escolher o local para plantar, deve ter o cuidado de escolher um local que tenha sol direto por algum tempo, pois só assim as plantas conseguem realizar a foto fotossíntese.
Nos apartamentos os locais mais aconselhados são as varandas ou os parapeitos das janelas.

A escolha da terra também é muito importante para o desenvolvimento da sua horta. A chamada terra preta é a mais aconselhada pois, além de não ser uma terra muito cara, auxilia no crescimento das suas plantas.

Em seguida, pegue os vasos escolhidos e faça os furos. Coloque uma pequena camada de argila para que haja uma boa drenagem da água da rega das plantas.

Agora cubra a argila com terra até cerca de metade da altura do vaso. Depois espalhe as sementes pela terra e cubra de novo até encher todo o vaso. A terra não pode ficar muito acamada, tem que ficar solta para que a semente possa crescer e sair da terra.

Se surgirem folhas doentes faça de imediato a sua remoção. Se aparecerem insectos remova-os com as mãos ou lave com água corrente.  E a terra não pode estar encharcada para que as raízes não apodreçam.

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Ela é uma planta rústica e que exige poucos cuidados. Suas origens são os continentes europeu e asiático (Vietnã). Ela se propaga através de sementes no outono. O amor-perfeito é uma planta de ciclo anual, que atinge altura entre 20 e 25 cm, caracterizada por caule curto e ramificada, com folhas lisas, cerosas e denteadas. São cultivadas em canteiros férteis, de boa drenagem, no entanto úmidos e a pleno sol. Preferem clima ameno.

Suas flores se apresentam de maneira isolada ou agrupadas em hastes florais. Florescem quase o ano inteiro. principalmente durante o inverno e primavera. São flores geralmente violetas e rosas, podendo apresentar também várias cores.

– São cultivadas em jardins e gostam de climas amenos, embora alguns tipos apreciem climas quentes e úmidos.

– Essas plantas precisam estar em ambientes com meia-sombra e muita luz durante o verão, embora não suportem sol direto entre 10 e 17 horas, e devem ser também protegidas de ventos fortes. O solo ideal deve ser arenoso e rico em matéria orgânica.

– O Amor perfeito precisa ser regado de duas a três vezes por semana nos meses quentes e uma vez por semana nas épocas frias.

– Pode ser feita em canteiros, em caixas ou bandejas específicas para esta finalidade. Utiliza-se como substrato um composto encontrado no comércio ou prepara-se uma mistura peneirada, contendo 2/3 de terra vegetal e 1/3 de areia fina.

– As sementes são colocadas em sulcos rasos, em fileiras contínuas, quando se faz uso de canteiros ou caixas, e utilizadas na proporção de 2-3 sementes, em cada forma ou tubete, quando semeadas em bandejas. Após semear, irrigar o substrato.

– Quando semeadas em canteiros, utilizar cobertura alta nas horas mais quentes do dia, para proteção das mudas.

Se você pretende expressar seus sentimentos a alguém, seja irmão, amigo ou namorado, a flores de amor-perfeito são perfeitas.

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Normalmente são criadas dentro de casa, entretanto essa planta pode crescer até atingir enormes proporções se o seu dono assim desejar e permitir. Para que isso ocorra basta criá-la em área externa apoiada sobre alguma árvore grande e resistente.

Deve-se plantá-la em solo fértil adubado com fertilizante orgânico e irrigá-la a cada dois dias. Essa planta não possui nenhum problema com o sol, se você quiser um crescimento rápido é importante que ela receba sol o dia todo, porém ela pode ser criada à meia sombra, apenas crescerá mais lentamente. O frio forte e persistente pode matá-la, logo não crie a Jiboia em áreas externas se você mora em regiões com épocas muito geladas.

É importante lembrar que para crescer essa planta necessita de um apoio, no caso das que forem cultivadas em vasos e serão proibidas por podas de ficarem muito grandes, apenas um bastão de xaxim é suficiente, no caso de plantas criadas em áreas externas, deve-se utilizar uma árvore bem grande ou então impedir o crescimento demasiado da Jiboia para que ela não mate seu suporte.

Solos: Ricos em matéria orgânica e bem drenados. Quando cultivada em vasos o substrato deve ser bem fibroso e  de  fácil  drenagem  tipo terra vegetal, casca de pinus e fibra de côco.

Pragas e doenças: Pelo fato de ser cultivada mais à sombra pode  ser atacada por pulgões e cochonilhas que podem ser controlados com produtos naturais à base de nim. Em caso de podridão das folhas deve ser trocada para ambiente mais ventilado para recuperação.

Para que ela venha a florir é necessário adicionar ao solo além do adubo orgânico, adubo NPK rico em fósforo e criá-la em ambiente de clima equatorial (bem úmido e quente).

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O excesso de adubos químicos é bastante perigoso, pois pode gerar excesso de sais no substrato, causando as chamadas “queimaduras” nas plantas.

Por esse motivo, adubos orgânicos podem ser mais seguros aos iniciantes. Caso encontre à venda misturas de adubos minerais especialmente formulados para orquídeas, pode utilizá-las sem medo, desde que na quantidade estipulada na embalagem.

Para evitar o acúmulo de sais no substrato, recomenda-se “lavar” o substrato, passando-se uma grande quantidade de água pelo mesmo cerca de uma vez por mês, retirando o excesso de sais.
Se forem utilizar adubos químicos, utilize adubos solúveis em água. Evite ao máximo aplicar adubos minerais granulados diretamente no substrato, pois há grande risco de gerar queimaduras nas raízes. Os adubos solúveis são aplicados na junto à rega, dissolvidos na água. Aplique de preferência no fim da tarde.

Adubos químicos podem ser aplicados a cada 15 dias, nas quantidades estabelecidas nas embalagens. Nunca aplique mais do que o recomendado, pois isso poderá levar a planta à morte.

Adubos orgânicos fornecem nutrientes de forma parcelada e lenta, não podendo ser dissolvidos na água. A planta só absorverá os nutrientes quando a matéria orgânica se decompuser e liberar os nutrientes na forma mineral para as raízes da planta. Sendo assim, ele fornecerá os nutrientes por mais tempo que os adubos minerais.

Apesar de mais seguros, devemos evitar também o excesso de adubos orgânicos, pois sua decomposição gera ácidos, que podem quando em excesso prejudicam a raiz da planta. Entretanto, o uso exclusivo de adubos orgânicos praticamente elimina a possibilidade de salinização do substrato.

Importante:
Seguir as recomendações do rótulo é fundamental!
Não deixe de adubar, não tenha receio, toda orquídea precisa de nutrientes que são fornecidos em adubos, mas siga sempre a recomendação de cada fabricante.
Faça a medida de adubo indicada, mas dobre a quantidade de água indicada para a diluição. Desta forma pode-se aplicar uma vez na semana, ao invés de a cada 15 dias.
Ou seja, se o indicado é adubação quinzenal feita com uma colher de sobremesa de adubo para 1 litro de água, você deverá usar 1 colher de sobremesa para 2 litros de água, e aplicar 1 vez por semana.

Orquídea gosta de regularidade. Não adianta adubar hoje, daqui a quinze dias, depois que passarem 30 dias você lembrar de adubar novamente.
Se for optar por semanal, aplique toda a semana.
Se for optar por quinzenal, conte no calendário e siga o intervalo.

Ela precisa de um pouquinho de adubo sempre e não muito adubo de vez ou outra.

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Não é porque são grandes que elas não precisam de cuidados. Árvores em quintais e calçadas também precisam de atenção para se manterem saudáveis e não se tornarem um risco para quem convive com elas. Os especialistas orientam que o mais importante é dedicar tempo para observar atentamente a árvore e descobrir sinais de problemas.

Uma árvore de grande porte pode consumir de 4 a 5 quilos de nutrientes do solo por ano e em muitos casos o terreno em áreas urbanas não está preparado para fornecer isso. E uma forma eficaz de manter a árvore bem nutrida é adubar a terra onde ela está a cada três meses com porções de mais ou menos um quilo de adubo.

As raízes mais superficiais, que geralmente ficam visíveis sobre a terra, servem para a sustentação da planta, e não para a absorção de nutrientes, por isso o adubo deve ser colocado à distância de um metro do tronco. O mesmo vale para a rega.

Ao contrário do que se imagina, as árvores também precisam ser regadas, principalmente na estação seca e a água deve ser colocada no solo, não há a necessidade de molhar as folhas, galhos e tronco da árvore.

Uma poda mal feita, no entanto, pode tirar o equilíbrio da planta quando causa,  por exemplo, a rachadura em um galho grosso e saudável, que pode ter problemas para cicatrizar e acabar se tornando a porta de entrada de fungos causadores de doenças.

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Tema de muitas canções novelas, cartões de amor, a Rosa é musa inspiradora de muitos amores, é personagem de romances e cenas de AMOR. Lindas, perfumadas e encantadoras, rosas são as preferidas entre as flores.

Alguns tipos de rosas:

  • Rosabel – Hibridas-de-Chá, com perfume suave, cor rosa pálido e botões compridos.
  •  Serenata – Hibrida-de-Chá, malva violácea azul prateado de rara beleza, linda, dobrada e perfumada.
  • Memoire – Rosa branco puro com base creme, de flores grandes dobradas, perfumadas e duráveis. Ideal para plantar em vasos.
  • Rosa vermelha – A rosa dos namorados, a rosa que representa “EU TE AMO”. Linda, perfumada, inigualável.

Assim como a maioria das flores as rosas também necessitam de muitos cuidados:

– Sol – No mínimo 6 horas de sol diariamente, menos horas de sol… menos flores;

– Boa terra – bem drenada é capaz de prender a umidade. Deve ser enriquecida com composto orgânico;

– Cuidados extras – Regue bem em dias secos para mantê-las hidratadas, aplique fertilizantes específicos para rosas a cada 60 dias.

– Borrife sempre que possível as rosas e as folhas;

– Deixe as rosas em lugar arejado, nunca na corrente de ar. Evite o contato de raios solares diretos e temperaturas muito elevadas;

Inimigos das Rosas

A beleza das rosas tem pelo menos dois inimigos certos: FUNGOS E INSETOS.

– Observe sempre as roseiras: Fazendo inspeções periódicas é possível identificar qualquer problema ainda no início e tratar logo de combatê-lo;

– Faça aplicações periódicas de produtos preventivos (contra fungos, principalmente), os riscos dos ataques serem mais severos ficam reduzidos;

– A nutrição é fator fundamental para o bom desenvolvimento das roseiras e sua saúde. Uma fertilização orgânica, feita periodicamente, fornece à planta boas quantidade de macro e micronutrientes, tornando-as mais resistentes aos ataques de insetos e doenças;

– As joaninhas são excelentes predadoras dos pulgões, os pássaros combatem as lagartas, hortelã plantada nos canteiros também ajuda a espantar as formigas.

 

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Esta planta florífera que também é conhecida como Celósia cristata é uma herbácea nativa da região tropical da América que tem por principal característica apresentar flores volumosas e retorcidas de cores fortes, como o vermelho, roxo e amarelo.

Devido a esta aparência peculiar de suas flores, a crista de galo é bastante utilizada no paisagismo, dando uma aparência diferenciada nos jardins e jardineiras.

Onde e Como Plantar

Esta é uma planta de grande resistência ao sol, não apresentando problemas quanto a queimaduras em suas folhas e flores, assim sendo, aconselha-se o plantio em local bem ensolarado, para que a planta faça muita fotossíntese e cresça forte.

Desaconselha-se o plantio desta planta em locais muito frios, uma vez que o frio atrapalha sua floração, porem ela dificilmente morre durante os invernos, voltando a florescer no verão.

Quanto ao solo, prepare-o de forma a ficar rico em nutrientes, adicionando bastante adubo orgânico antes do plantio.

Para realizar o plantio geralmente utiliza-se mudas compradas prontas ou saquinhos de sementes enterradas a poucos centímetros de profundidade. Após você já ter algumas destas plantas, obter novas sementes é bem fácil, uma vez que ela produz várias centenas após cada floração.

Lembre-se de irrigar sua planta de forma periódica para manter sempre o solo umedecido, porém sem exageros, uma vez que o excesso d’água pode favorecer a proliferação de doenças nas plantas.

Reforce a adubação sempre antes das primaveras e realize podas de limpeza sempre que a planta encontrar-se coberta por flores ou ramos mortos.

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A palmeira Ráfia, pertencente ao gênero Raphia, é uma planta de trato simples geralmente utilizada em interiores para fazer a decoração de ambientes sérios, tais como consultórios e escritórios.

Suas cerdas também são utilizadas para fazer sacolas duráveis e biodegradáveis. Existem também sacolas de ráfia feitas a partir de uma forma de plástico similar as tirar orgânicas da planta, porém com a desvantagem de não ser biodegradável.

Esta é uma planta de crescimento muito lento, logo demora muito para se recuperar de danos, porém também apresenta a vantagem de necessitar de pouca água e iluminação. Obviamente precisa ser regada e precisa de luz para sobreviver como toda planta, porém pode muito bem ser criada dentro de casa e regada apenas quando o solo estiver seco.

Geralmente as ráfias apresentam manchas amareladas nas folhas se tiverem sofrendo de alguma falta de nutrientes ou contaminação por fungos ou outros parasitas, plante-a sempre em solo bem equilibrado e regue o suficiente, mas sem encharcar para evitar problemas.

Se aparecerem as manchas amarelas, verifique se está havendo excesso ou falta de rega (em caso de excesso será visível a formação de fungos no solo, de falta, estará muito seco) e aplique um pouco de adubo, a recuperação será bem lenta graças ao metabolismo desta planta.

INFORMÁTICA E TECNOLOGIA

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