Orquideas

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As orquídeas são flores frágeis que necessitam de cuidados especiais, por isso algumas pessoas sentem dificuldade para lidar com o trato diário das plantas. O cultivo deve considerar fatores como iluminação, umidade e adubação, tudo em prol do bem-estar das orquídeas durante as diferentes temporadas do ano.

Existem ainda peculiaridades no cultivo de cada espécie, ou seja, algumas orquídeas são mais sensíveis que outras e necessitam de cuidados apropriados. Criar um ambiente natural  e agradável para as flores é critério fundamental para que seu jardim (ou estufa) se mantenha sempre bonito e contribua com o paisagismo da residência

As orquídeas constituem uma das maiores famílias de plantas que existe, se apresentando em diferentes cores, tamanhos e formatos. Cada gênero é reconhecido por sua beleza nata e tem o cultivo propício para uma determinada estação do ano. O desabrochar das flores de uma orquídea exibe uma beleza nata e requer cuidados especiais para que o efeito dure por mais tempo.

As dicas para cuidar de orquídeas  são diversificadas e levam em consideração as necessidades da planta para cada estação. Em primeiro lugar, é necessário escolher o espaço ideal da casa para montar uma estufa ou colocar a orquídea, de modo que o ambiente crie condições para a sua manutenção da vida. Uma claridade razoável do sol pode tornar a planta mais saudável e bonita.

O cultivo da orquídea despreza o excesso de água, ou seja, a umidade precisa se apresentar na dose certa para não prejudicar a raiz da planta e até matá-la pela falta de oxigênio. O ideal é regar a orquídea de 2 a 3 vezes por semana, avaliando a necessidade de umidade de acordo com o estado do substrato.

A adubação é um fator importante para a qualidade de vida da orquídea, afinal, é através disso que a planta absorve os nutrientes necessários para o seu crescimento. Tudo deve ser dosado na hora de adubar, qualquer exagero pode prejudicar a orquídea e comprometer sua beleza. O adubo deve ser colocado numa quantidade controlada, de modo que a cada irrigação consiga liberar os nutrientes. Os substratos orgânicos representam a melhor opção na hora de adubar.

Os cuidados com as orquídeas no inverno precisam ser ainda mais cautelosos, afinal, a sensibilidade das plantas aumenta. A temperatura é um fator que de certa forma influencia no cultivo, por isso algumas espécies liberam flores na temporada de calor e outras no frio.

A troca do vaso deve acontecer quando a ramificação se apresentar de forma excessiva, impedindo desse modo que a qualidade de vida da planta seja afetada. Os cuidados com a orquídea também consideram o extermínio de pragas como pulgões e as cochonilhas.

Agora que você já sabe como cuidar de orquídeas no inverno, não deixe de cultivar essa belíssima planta em sua casa.

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A grande verdade é que não há um extraordinário segredo com as orquídeas. E o modo mais simples de matar uma orquídea é molhando-a em demais, sendo assim o correto é cavar levemente a cada dois dias e sentir a umidade, se por ventura ainda estiver úmido, não regue, veja outra hora se já secou, para então regar.

Como retirar uma muda e plantar a orquídea no vaso

Para acomodá-la no novo vaso, repare de qual lado surgem os novos brotos – esta é a frente da orquídea. A parte posterior deve ser encostada em um dos lados do vaso para firmar o desenvolvimento do exemplar.

• Lavar bem o vaso para retirar poeira.

• No caso de vasos de cerâmica queimada, encharcá-lo de água antes de colocar o substrato.

• Não usar vasos grandes para mudas pequenas, a proporção de substrato excessiva poderá reter mais umidade e propiciar surgimento de fungos.

• Escolha uma muda bem saudável e retire-a com a tesoura conforme ilustração maior de topo da página

• Verifique a existência de raízes secas ou doentes, e também insetos presos à planta.

• No fundo do vaso colocar uma camada de brita, cacos de vasos ou isopor para garantir a drenagem das regas e da chuva.

• Se o vaso é de cerâmica, é costume o fabricante fazer grandes furos nas laterais. Cubra com cacos de vaso, irá impedir a entrada de lesmas e outros insetos que poderão atacar as raízes.

•Coloque o substrato escolhido em pedaços e cubra com pedaços de coco que foram deixados de molho em água, conforme ensinamos.

•Colocar a planta delicadamente, fixando-a com pedaços de arame curvos.

•Colocar um tutor preso firmemente no substrato, de arame ou bambu cortado.
Amarre delicadamente a orquídea nele.
Também servirá posteriormente para amarrar a haste floral.

•Se optar por colocar em placas de coco ou madeira, será necessário amarrar a planta até que suas raízes se fixem no material.
Use cordão de algodão e não aperte demasiadamente, é só para que ela não caia da placa.

Adubamento: evidentemente ela precisa de nutrientes para crescer, o próprio xaxim ou fibra de coco é um fornecedor natural de diversos nutrientes que ajudam no crescimento.

Prefira os vasos de barro aos de plástico. Apesar de serem mais caros, os primeiros têm mais porosidade e drenam melhor a água. Se optar pelos plásticos, fique de olho nas regas para não encharcar demais a planta.

– Se a base da orquídea estiver a menos de um dedo da boca do vaso, é preciso trocá-la de moradia. Procure deixá-la dois dedos de altura abaixo da boca do vaso.

Quando descartar uma folha, passe canela em pó no local do corte. O ingrediente é um cicatrizante natural.

Manchas na folhagem podem ser amenizadas com fumo de corda. Ferva o fumo em água por uma hora até que vire uma solução concentrada, que deve ser diluída em água. Borrife sobre as folhas repetidas vezes, até que dê resultado.

– Pragas e doenças: são poucas doenças que podem atacar as orquídeas e quando são atacadas, não há muito a ser feito. A melhor forma é evitar o aparecimento de doenças e pragas nas plantinhas. Pulgões e cochonilhas são insetos que podem trazer problemas, os pulgões podem ser facilmente eliminados borrifando uma mistura de água com detergente, já as cochonilhas devem ser removidas manualmente, em uma torneira raspando as folhas com uma escova macia.

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Muitas pessoas ainda relutam em sair de uma casa e mudar para um apartamento. Um dos principais motivos para tal resistência é a falta de espaço, o que inclui também abrir mão do jardim. Porém essa desculpa já faz parte do passado. Com novas técnicas, criatividade e bom gosto é possível criar um jardim dentro do apartamento , mas é preciso atenção ao microclima do imóvel e à compatibilidade das plantas com o espaço.

Segundo a artista plástica e paisagista Gica Mesiara, cada apartamento tem o seu próprio microclima e é preciso verificar se o ambiente fornece os elementos necessários para o cultivo das plantas. “Os apartamentos são diferentes uns dos outros. Uns são mais ensolarados, outros têm mais sombra. Antes de comprar é preciso avaliar o que o espaço oferece para o crescimento e desenvolvimentos das plantas ,comenta a paisagista. Incidência direta de luz solar e a ventilação do apartamento contribuem para determinar o tipo de planta que melhor se adapta ao espaço. O bambu mossô, por exemplo, é uma planta bastante procurada por ser bonita, porém, esse tipo de vegetal não sobrevive em ambientes internos.

O correto é não usar árvores e arbustos de grande porte devido ao tamanho de seus vasos, que ocupam muito espaço. Algumas plantas como a samambaia, árvore da felicidade e o lírio são mais indicados, pois se adaptam bem ao ambiente interno, não necessitando de sol em abundância.

O sistema de drenagem é fundamental para o bom desenvolvimento da planta. O vaso deve conter furos na parte inferior para escoar o excesso de água. Para ajudar a filtrar, uma camada de pedrisco ou argila expandida é colocada no fundo, sendo recoberta por uma manta responsável por não deixar os nutrientes escoarem junto com a água.

Como cultivar orquídeas em apartamento
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o cultivo de orquídeas não é exclusividade de quem têm grandes espaços, com jardins e orquidários espaçosos.
Orquídeas também podem ser cultivadas em recintos mais fechados, desde que se tomem alguns cuidados adicionais para que se possa simular o ambiente natural da planta.Todas as orquídeas podem ser cultivadas em apartamento, basta que se tenha espaço e iluminação suficientes. Já foi constatado floração até de Vandas e Cymbidiuns em varandas de apartamentos entre centenas de outras variedades, florescendo bem em apartamentos.

Onde colocar
As plantas necessitam de iluminação adequada, então é conveniente colocá-las próximo a janelas ou em varandas.
Deve-se tomar o cuidado de respeitar o limite de 50% de iluminação, que pode ser obtido com cortinas que permitam esta quantidade de incidência solar.

Quando e como regar

Não há um calendário correto para se seguir aos regar as plantas. O correto é regar sempre que o substrato estiver seco.
Plantas em vasos de fibra de coco em geral requerem regas semanais. Orquídeas plantadas em troncos requerem regas diárias. A melhor forma de regar é submergindo os vasos em água, e permitir que esta migre para dentro destes, evitando assim lavar os nutrientes do solo.
Acostume-se a verificar a quantidade de água nos vasos através do peso. Vasos secos costumam ficar bastante leves. Lembre-se que ter uma planta é como ter um animal de estimação, que requer cuidados diários.
Se você abandonar sua orquídea é quase certeza que ela irá sofrer com a falta de cuidades e poderá morrer.
O cuidado com as orquídeas é uma atividade que não pode ser chamada de trabalho, mas sim um momento de relaxamento. Ao cuidar de suas orquídeas você estará cuidando de sua mente e de sua saúde.

Outra opção é o projeto de alvenaria, que possibilita as mais diversas formas de estrutura, adaptando-se ao ambiente. Mas para quem não tem disponibilidade para fazer obras em casa, uma boa opção são os quadros e painéis vivos, que seguem a tendência do jardim vertical.

A estrutura em madeira ou acrílico embeleza o ambiente e tem por objetivo aproximar o homem da natureza. A praticidade na instalação é grande atrativo. A estrutura necessita apenas de parafusos, para fixação, e uma tomada, que fornecerá energia para o sistema de irrigação próprio. Os quadros e painéis também são vendidos com opção de rega manual, conforme preferência do consumidor.

Os ambientes mais explorados para instalação de jardim são varanda e sala, devido à maior incidência de energia solar. Luminosidade, ar condicionado e circulação de ar interferem diretamente na escolha das plantas, pois determinam também a velocidade de evaporação da água.

 

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Conta-se que há cerca de 3.000 anos, a Rainha de Sabá estava indecisa sobre como presentear o Rei Salomão. Afinal, o que poderia encantar um rei tão poderoso? Uma escrava trouxe-lhe  a decisão: “ao maior dos reis, leve um feixe de orquídeas”. Passado tanto tempo, o fascínio ainda persiste e as orquídeas continuam a aumentar a sua legião de fãs e apaixonados. E hoje, é possível adquirir lindos exemplares desta planta por preços bem acessíveis, até em supermercados! Bem tratadas, as orquídeas produzem belas flores anualmente. Veja aqui os detalhes básicos para cultivá-las correctamente:

Luz
A exposição directa à luz solar causa queimaduras nas folhas da maioria das orquídeas. O tipo de iluminação mais recomendada é a de 50 a 70% de sombra, que é obtida ao cultivar as orquídeas sob árvores, toldos ou avançados. Varandas ou áreas de serviço de apartamentos também são bons locais, mas é preciso cuidado, nesses casos, para que as orquídeas recebam o sol da manhã. Alguns especialistas afirmam que em apartamentos, os melhores lugares para as orquídeas são atrás da janela da casa de banho ou num terraço envidraçado, onde há luz filtrada. Para saber se as condições de iluminação são as adequadas, é só observar a planta: folhas amareladas indicam excesso de luz; já as folhas estreitas, longas e de cor verde bem escura indicam iluminação deficiente. Plantas como Vanda, Dendrobium, Cymbidium e várias espécies de Oncidium suportam luminosidade mais intensa, enquanto que Phalaenopsis, Miltonia, Laelia e Pumilan preferem uma baixa luminosidadeNão há grandes segredos nos cuidados com as orquídeas. Aqui te daremos as principais dicas para o sucesso no cultivo de orquídeas.

Temperatura
A maioria das orquídeas toleram variações de temperatura entre 10 a 40 ºC, mas a temperatura ideal fica em torno dos 25 graus. Orquídeas como Phalaenopsis e Vanda preferem temperaturas mais altas, enquanto que as Miltonias, Cymbidiums, e Paphilopedilum se dão melhor com temperaturas mais amenas.

Vasos e substratos
Recomenda-se evitar o uso de vasos muito grandes. Pode-se usar tanto os vasos de barro como os de plástico, mas as fibras de xaxim (não confundir com pó de xaxim) são ainda o substrato que dão melhores resultados. Actualmente também há a opção da fibra de coco, igualmente eficiente e mais ecológica. Certas espécies de orquídeas, como Cattleya walkeriana, C. Nobillor, C. Schilleriana, C. Acladiae e a maioria das espécies de Oncidium desenvolvem-se melhor sobre placas xaxim ou pedaços de casca de madeira do que em xaxim desfibrado.

Adubação
A fórmula NPK (nitrogênio, fósforo e potássio) deve ser aplicada a cada duas semanas, na proporção de 1 colher (café) por litro de água, durante a primavera e o verão. A adubação pode ser suspensa nos meses do outono e inverno. Uma boa opção de adubação orgânica é a torta de mamona (1 colher de sobremesa por vaso), que pode ser fornecida uma vez ao ano, depois do sistema radicular estar bem desenvolvido.

Ventilação e humidade
Por serem plantas epífitas – possuem raízes aéreas -, as orquídeas suportam bem uma brisa suave e contínua, mas deve-se evitar ventos fortes e canalizados. Se as plantas estivem num orquidário, recomenda-se protegê-lo do vento sul, usando um plástico transparente. Ainda por sua característica epífita, as orquídeas preferem mais a falta do que o excesso de água junto às raízes. As regas devem ser feitas apenas quando o substrato estiver seco. Ao regar, uma boa medida é deixar a água escorrer pelo fundo do vaso. Outro detalhe: as orquídeas são plantas adaptadas à condições de humidade do ar relativamente elevadas.Em regiões mais secas, recomenda-se borrifá-las com água periodicamente. Mais uma vez, o que deve prevalecer é sempre o bom senso: para ter sucesso no cultivo de orquídeas, os excessos devem ser evitados. Apesar de gostar de humidade, ventilação e claridade, as orquídeas não suportam ficar expostas directamente ao vento, sol e chuva. Em jardim elas vão crescer sadias sob as árvores ou até fixadas nos troncos.

Como regar?

O modo mais fácil de matar uma orquídea é molhando-a demais. Suas raízes ficam sem oxigênio e morrem, e os fungos se proliferam de forma descontrolada. As regas devem ser feitas de 2 a 3 vezes por semana, dependendo do clima na época.

Não siga à risca regras do tipo “um copo de água a cada 2 dias”, pois isso não funciona bem! O melhor jeito é testarmos enfiando o dedo no substrato. Cave levemente e sinta a umidade a cada 2 dias. Se ainda estiver úmido, não regue, espere até secar. Regue até que a água comece a escorrer por baixo do vaso. Para elas, é melhor a falta ao excesso de água.
Devemos regá-las de preferência no início da manhã ou final da tarde, evite regar à noite para não deixar as folhas molhadas durante toda à noite.
Devo adubar minha orquídea?
Claro, ela precisa de nutrientes para crescer. O próprio xaxim ou fibra de coco é fornecedor natural de vários nutrientes. Mas cuidado: O exagero de adubo é pior do que a falta.

Se for colocar adubos no vaso, prefira os orgânicos ou as misturas, pois são mais seguros e eficientes.Podemos adubar colocando um pouco de adubo em um canto do vaso, na quantidade recomendada. Não coloque o adubo próximo ao bulbo, pois ele pode “queimá-lo”. Esse adubo irá dissolver-se aos poucos, liberando nutrientes a cada irrigação. Os melhores para isso são os orgânicos, como a torta de mamona e a farinha de osso, mas podemos também usar misturas, como o “Bokashi”, que pode ser encontrado em casas especializadas. Essas adubações podem ter intervalos de 3 meses ou mais.

A adubação foliar pode ser feita a cada 15 dias ou mais, com misturas próprias de adubo mineral, dissolvidos em água e aplicados com borrifadores comuns. Procure em casas especializadas, há diversas formulações, busque mais informações na embalagem dos produtos.

Cada adubo exige quantidades diferentes, portanto informe-se sobre a dose e forma de aplicação do adubo que você comprar. Isso geralmente está escrito na embalagem.

Pragas e doenças
Poucas são as doenças que podem atacar as orquídeas, mas caso ataquem, pouco pode ser feito. Entretanto, existem Alguns insetos podem se tornar problemas, sendo os principais os pulgões e as cochonilhas. Os pulgões podem ser facilmente eliminados borrifando-se uma mistura de água e detergente, ou mesmo inseticidas domésticos à base de água, como o “SBP”. Já as cochonilhas devem ser removidas manualmente, sob a torneira, raspando-se as folhas com uma escova macia (pode ser uma escova dental).

Quando renovar o vaso?
Quando a planta estiver excessivamente ramificada, ou com as raízes muito grandes para o vaso, devemos efetuar a divisão da planta, ou passá-las a um vaso maior, pois suas raízes já não possuirão mais espaço para seu bom desenvolvimento. Lembre-se que muitas orquídeas criam raízes fora do vaso mesmo que não esteja faltando espaço, o que é normal. Outro critério é trocarmos o vaso quando o substrato começar a drenar mal a água, o que indica um excesso de raízes.

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