Pássaros

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  1. Olhe para as asas do pássaro para ver se estão quebradas ou se o pássaro está apenas doente. Se a asa estiver quebrada, ficará dependurada em um nível mais baixo que a outra ou ficará em uma posição estranha. Também procure por feridas. Se o pássaro tiver uma ferida, limpe-a antes de aplicar um curativo.

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    Limpe a ferida com sabão antibacteriano e coloque amido de milho ou soda cáustica para a ferida parar de sangrar. Pressione com um cotonete até o sangramento parar.

  3. Corte de 30 cm a 32 cm de fita veterinária e coloque na asa quebrada, em sua posição natural. Enrole a fita no lado de fora da asa do pássaro, em volta do seu corpo e embaixo da asa saudável. Emende a fita com ela mesma para que fique segura. Não aperte demais a fita, porque o pássaro terá dificuldades para respirar.

  4. Vigie o pássaro por

  5.  instantes, após colocar a fita na asa, para ver como ele reage. Se o pássaro tombar está tudo certo, leva um tempo para que se acostume a usar somente uma asa. Observe-o principalmente quando ele for tomar água, pois se tombar dentro da água ele pode se afogar.
  6.  

     

    liberte-o na natureza quando se curar. Se o pássaro não estiver curado após um tempo e você não o quiser, doe-o para uma sociedade de animais ou para alguém que você conheça.

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Ter um animal de estimação é algo bastante comum. Entretanto, enquanto a maioria das pessoas cria gatos e cachorros, outras preferem bichos um pouco mais exóticos, como as aves. Algumas espécies fazem bastante sucesso nos lares brasileiros. Este é o caso do canário, bichinho agradável e bastante conhecido.

Da família Fringilidae, ele é originário de várias regiões, como dos Açores, arquipélago de domínio português, e das Ilhas Canárias, que pertencem aos espanhóis. Trata-se de um pássaro pequeno, com12,5 centímetros de comprimento. Além disso, sua plumagem possui tom amarelado, ficando um pouco mais clara na parte inferior do ventre (as fêmeas, geralmente, apresentam cor mais acinzentada e menos brilhante).

Seu período de reprodução ocorre entre os meses de março e junho, variando conforme as condições atmosféricas. Em média, a postura é de quatro a cinco ovos, com incubação de, aproximadamente, duas semanas (15 dias).

– Na hora de escolher a ave, veja se não há manchas em sua barriga. O fato dela estar cantando, no caso dos machos, e comendo bem, para as fêmea, também serve de indicativo para você saber se o bicho é realmente saudável.

– Compre uma gaiola onde ele possa ficar abrigado confortavelmente. Além disso, o ideal é que ela seja de arame galvanizado, que é contra corrosão. Por último, utilize papel de jornal para forrar o fundo. Troque a cada dois dias.

– Escolha peças que ofereçam praticidade, como é o caso dos comedouros e bebedouros de plástico. Eles são fáceis de ser higienizados e podem ser instalados sem grande dificuldade.

– Deixe seu canário num cômodo espaçoso e que, preferencialmente, tenha janelas voltadas para o sol nascente. Caso o ambiente seja fechado e não garanta uma boa circulação de ar, a ave pode vir a apresentar problemas respiratórios.

– Monte o seu cardápio com verduras (chicória, couve e almeirão), farinhada de ovo cozido e sementes (no caso da aveia, tire a casca e o níger).

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Pássaro nativo do Brasil, o Curió é famoso pelo seu canto. Quem deseja ter um pássaro desta espécie, com um canto talentoso, deve ter alguns cuidados. O primeiro é  separar o macho reprodutor das fêmeas solteiras; e as que estão chocando dos filhotes desmamados. Eles devem ficar em ambientes separados para que a mistura de sons não influencie o filhote de forma negativa e irreversível.

– Outro cuidado a se ter com os filhotes é quanto a alimentação. Evite dar larvas, aranhas ou cupins, pois o melhor alimento para esta espécie na infância é a ração específica para Curió. Ela é de baixo custo e oferece muitas vantagens para a saúde a ave, além de facilitar a vida do dono. Se as fêmeas se acostumarem a este alimento, a ninhada também se adaptará.

Esses passarinhos são interessantes e possuem algumas particularidades. Uma delas diz respeito ao canto, vistos eles serem capazes de emitir até quarenta assobios diferentes. Para o treinamento, muitos donos utilizam gravações em CD com o canto de alguns curiós de destaque, tanto para ensinar os filhotes quanto para aperfeiçoar o som dos adultos.

– A espécie tem um tempo de vida que varia de 8 a 10 anos na natureza e 30 anos em cativeiro;

–  Estas aves são marrons, mas, durante um período do ano passam por uma troca de penas e elas tornam-se pretas na região das asas e  vinho na  barriga;

– Alimentam-se de grãos, alpiste, painço, ovo cozido, milho verde e larvas vivas. As fêmeas põem, em média, três ovos por ano, que levam 13 dias para descascar.

–  Seu tamanho é de 10 à 13 centímetros.

– Eles fazem a muda ou troca de penas entre março e junho (dependendo da região e do pássaro).

Um Curió é um ótimo pássaro para se criar, uma vez que, produz sons incríveis, além de serem bonitos para alegrar o ambiente domiciliar. Quando bem cuidados, estes animais podem sobreviver por mais tempo do que sobreviveriam na natureza e ter melhor qualidade de vida também.

Cuidar de curiós é uma tarefa que traz muitas alegrias e felicidades aos donos.que . É mais que um hobbie, é paixão e amor pelos animais, que fazem do dia de quem está perto, muito mais divertido e alegre.

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Os únicos pássaros que conseguem falar são aqueles que são felizes, saudáveis e bem adaptados. Seu papel como dono de um bichinho é formar uma conexão com ele para que isso seja possível.

Todo dono de papagaio sonha com o momento das primeiras palavras. Mas nem todos eles tem essa habilidade. Se você quer uma espécie que possa ter essa habilidade no futuro, é necessário um  pouquinho de pesquisa. Alguns falam melhor do que outros. Mas não crie expectativas demais, ou você pode se decepcionar.

O ideal é perceber a quais palavras seu bichinho responde melhor e escolher algumas delas para começar. Olá, tchau, noite e até o nome dele podem ser bons começos. Mas tenha certeza em colocar entusiasmo e ênfase nas palavras, chamando a atenção de seu passarinho. Mostre alegria, um tom positivo. Observe o animal tentando repetir as palavras. A que ele mais utilizar, use como palavra de treinamento.

  • Mesmo que ele não aprenda a falar uma palavra sequer, pelo menos vocês tiveram tempo para formar um elo com seu querido bichinho, criando uma relação de confiança e cumplicidade.

Você deve passar para a repetição constante. Papagaios aprendem a imitar pela repetição. Separe umas guloseimas como incentivo ao bichinho quando ele começar a repetir o que você fala.

Alguns donos preferem utilizar gravações para o treinamento. Não que isto esteja errado, mas a interação é um ponto crucial no aprendizado das palavras para seu papagaio. Use tais ferramentas apenas como um suporte a mais.

Mesmo que seu passarinho nunca fale, o elo que vocês criarão durante o treinamento só crescerá. Faça uma rotina de treinamento diária. Enquanto alguns animais aprendem de uma hora para outra, outros demoram dias, semanas, meses e até anos. Alguns nem chegam a falar uma palavra sequer. Quando uma palavra parecer muito difícil, use outra mais básica. Assobie e veja se ele repete o som. Tente outros barulhos também.

Com amor, paciência e algum tempo de treinamento, a maioria dos pássaros da família dos papagaios conseguirá imitar alguma coisa. Quando parar para perceber os sons que seu pássaro faz, verá que a maior parte deles é uma imitação de barulhos normais de casa, como telefones, portas sendo fechadas e músicas.

A frustração de um passarinho que não fala pode ser grande. Não se decepcione se não conseguir. Pelo menos você terá a garantia de um passarinho amável, interessante e que ama sua companhia. Isso sim é ser dono de um pássaro Não é só o cachorro que pode ser o melhor amigo do homem. Um papagaio também.

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pássaro maritaca é originário das regiões onde o cerrado é predominante, comumente é possível encontrar essa aves que fazem parte da família  dos psitacídeos nos estados do Piauí, Alagoas, Pernambuco, Moto Grosso do Sul, Goiás e até mesmo em outros países, como por exemplo, no Paraguai.

Seu habita natural são as matas altas e ciliares e também os pinheirais, mas atualmente muitos habitantes das grandes cidades têm adquirido o pássaro para tê-lo como um animal de estimação, criando-os fora do seu local de origem.

Trata-se de uma das aves que mais sofrem com o tráfico ilegal de animais, portanto, o futuro dono deve obter um exemplar apenas de um local autorizado.

  • As maritacas não possuem o sexo visível a olho nu;
  • Esses animais costumam ser vistos em bando;
  • Um adulto chega a pesar cerca de 250 gramas;
  • O acasalamento das maritacas acontece entre os meses de agosto a janeiro;
  • Costumam dar de três a cinco ovos.

De acordo com biólogos que estudam esse tipo de espécies a alimentação das maritacas deve conter frutas como: abóbora, banana, mamão e laranja, também podem ser acrescentados às refeições castanhas e milho verde.

Cuide bem da sua maritaca

Como qualquer outro animal o pássaro maritaca não é muito adepto de viver preso em gaiola, porém a maioria dos donos costumam deixá-los assim para evitar que vão embora, mas cuidado dê uma certa liberdade ao seu bicho de estimação.

Crie-o em uma área verde onde ele possa reconhecer, pelo menos, um pouco do seu habitat e faça o possível para que a ave acostume com o ambiente se sinta livre para voar e voltar ao lar.

Não se esqueça de dar água, a ingestão de líquido é muito importante, deixe em algum local pré-definido um pote onde ao sentir cede a maritaca possa se satisfazer.

Diferença entre papagaio e maritaca

Eles são bem diferentes apesar de muitos ainda confundirem e achar que são o mesmo pássaro.
Maritacas são menores e geralmente possuem o bico em tons claros, branco, marfim, chocolate. Já os Papagaios são maiores e possuem o bico em tons mais escuros cinza e preto. Mas isso não é regra.

Maritacas podem aprender a falar, mas não todas assim como os papagaios.
Porém não seria legal misturar espécies tão diferentes e de tamanhos tão desproporcionais, a menor desavença pode acabar em morte.

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A eclosão dos ovos acontece no periodo de 19 a 21 dias após a postura da mesma.

Após a eclosão dos ovos os pais se revezam no cuidado e alimentação dos filhotes. O comportamento dos pais, a partir deste momento, pode variar ainda mais. Normalmente a fêmea fica com os filhotes. Quando ela sai o macho fica no ninho aguardando o retorno dela para poder sair novamente.

Alimentação

Após o nascimento dos filhotes, duplique a quantidade de alimento que você costumava dar,  acrescentando a farinhada, pois a proteína é importante para o desenvolvimento do filhote, principalmente nessa fase inicial.

Os pais se encarregarão do resto.  Até os dois primeiros dias, o filhote não é alimentado.  Ele já nasce com uma reserva de alimento obtida ainda dentro da casca do ovo.

A quantidade de alimento oferecida pelo casal varia conforme a fase de vida dos filhotes.  Até os 15 dias de vida aproximadamente, os pais ficam ávidos por alimentar os filhotes, em quantidade e periodicidade.  A partir daí, os pais podem começar a se ausentar mais tempo do ninho e a alimentar os filhotes menos vezes ao dia.

É importante o criador ficar atento se os filhotes estão sendo bem tratados pelos pais, observando se os mais novos recebem o mesmo tratamento dos mais velhos.  É normal os mais crescidos conseguirem se sobressair em relação aos mais novos, ficando logo à frente para pedir alimento aos pais.  Se observar que o mais novinho não está sendo suficientemente alimentado, coloque-o na frente dos demais.

À medida que os filhotes crescem, os machos tendem a cuidar mais dos filhotes do que a fêmea, principalmente se estiver querendo iniciar novo ciclo reprodutivo. É preciso atenção do criador nessa fase, porque a fêmea ou o macho, ou ambos, podem querer expulsar os filhotes do ninho, machucando-os, para poder iniciar nova postura.

Caso a fêmea venha a botar ovo nessa fase, o mais adequado é jogar o ovo fora, pois o casal poderá ficar confuso entre chocar e cuidar dos filhotes.

Tornando independentes

A partir de aproximadamente 40 dias de vida, os filhotes vão procurar aprender a se alimentar por conta própria, imitando os pais, mas somente se tornarão suficientemente independentes por volta dos 60 dias de vida.  Nessa fase de transição, os pais continuarão a alimentá-los, em menor quantidade.

Mesmo já se alimentando sozinhos, sugerimos deixar os filhotes com os pais até aproximadamente 70 dias, transferindo-os posteriormente para outra gaiola.

É até possível deixar os filhotes juntos com os pais, dependendo da quantidade de filhotes e do espaço da gaiola, mas é preciso ter em mente que, mais cedo ou mais tarde os filhotes acabam tendo que ser separados dos pais, por diversas razões :

-Espaço físico;

– Filhote que continua a pedir alimento aos pais mesmo já se alimentando sozinho (nem todos os filhotes fazem isso, mas alguns fazem).
– Interesse do pai pela filha, ou do filho pela mãe

– Casal inicia nova postura e o filhote acaba atrapalhando (por ser curioso, acaba entrando no ninho para bisbilhotar, estressando o casal.

-Depois que o filhote macho cresce, ele deixa de ser visto pelo pai como filho e sim como um macho intruso no habitat dele.

Caso você venha a se desfazer dos filhotes, procure ter a certeza de que os filhotes realmente estão se alimentando sozinhos, e faça isso somente a partir de 70/80 dias de vida, para que a ave se ambiente com mais facilidade na nova morada.

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Deve-se prestar atenção aos comportamentos anormais de sua ave, tais como: ave encorujada (no poleiro ou no fundo da gaiola), apatia, perda ou aumento de apetite, etc.

Frequentemente as pessoas levam seus animais ao veterinário com a afirmativa “Meu bichinho estava bem até ontem.”. Na verdade provavelmente o animal demonstrou alguns sinais sutis de doença que acabaram passando desapercebidos pelo dono.

Muitas aves continuam a se alimentar e a ingerir água mesmo estando doentes. Alguns sinais importantes como penas do corpo eriçadas ou mudanças bruscas de comportamento, como por exemplo, a ave que nunca foi mansa repentinamente tornar-se mais quieta e amigável. As aves escondem o máximo possível os sinais de doença, pois na vida selvagem, uma ave que se comporta como se estivesse doente acaba tornando-se um alvo fácil para os predadores naturais, sendo morta facilmente. Por este motivo, aves tentam não revelar sua doença, comportando-se de forma normal o maior tempo possível. É necessária muita perspicácia e atenção por parte do proprietário para reconhecer um problema de saúde através de modificações sutis do comportamento. Converse com seu veterinário especialista em medicina de aves sobre alguns sinais diferenciados que notar.

  • Aumento no consumo de água:
    Em média, as calopsitas ingerem em torno de 01 colher de chá de água / dia. Mantenha sempre água limpa e fresca todos os dias.
    Estresse, tempo quente, aumento de atividade, alimentação dos filhotes, diarréia ou certos medicamentos (antibióticos) podem fazer com que sua ave beba mais água. Um consumo excessivo de água pode indicar doenças graves, tais como diabetes, doenças do fígado e rim, infecções urinarias.
  • Aumento no apetite:
    Aumento no gasto de calorias tais como – exercícios, postura de ovos, filhotes, aumentam a necessidade de ingestão de comida, especialmente proteínas.
    Aumento de apetite sem razões aparentes podem indicar diabetes, vermes, problemas no pâncreas ou intestino. Em qualquer caso, havendo sinais de doença, procure um veterinário.
  • Fezes:
    As fezes deverão ser sólidas e tubulares, enroladas ou não, particionadas ou não.
    Elas não devem cheirar mal; quando isso ocorre, pode ser sinal de infecções bacterianas.

Leve imediatamente sua ave de estimação ao veterinário se:

  • A ave estiver inconsciente.
  • Houver sangramento;
  • Em caso de suspeita de fratura de ossos.
  • A ave parecer fraca e não responsiva a estímulos.
  • As penas estiverem muito arrepiadas;
  • A ave não estiver comendo ou bebendo água.

Se qualquer um dos sinais clínicos acima estiver presente NÃO ESPERE. Leve seu animal ao veterinário IMEDIATAMENTE!

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Uma ave fascinante, com um lindo canto e com cores variadas – embora a cor mais conhecida no Brasil seja a amarela. O Canário Belga é um dos pássaros mais populares entre os criadores no mundo inteiro, que se interessam pelo seu canto, pela busca de novas cores e tonalidades, pela definição de seu porte através do aprimoramento genético, e, consequentemente pela participação em exposições.

O canário quase não dá trabalho e não necessita de muito espaço, no entanto é frágil e vulnerável a doenças respiratórias, por isso exige certo cuidado no manejo. Como não é uma espécie nativa, não é necessária autorização do IBAMA para criá-lo.

Se você pretende iniciar a criação de Canário Belga em sua casa preste atenção em alguns requisitos necessários para ter sucesso e obter aves saudáveis e boni

  • Estabeleça o objetivo de sua criação. Alguns criam canários para participar de exposições. Outros para reproduzir e comercializar os filhotes, e outros ainda, apenas pelo prazer de ouvir seu canto. Se pretende comercializar, saiba que é necessário ter um espaço considerável, já que cada casal irá gerar filhotes que futuramente gerarão outros filhotes também.
  • Faça uma pesquisa no mercado caso queira comercializar. É importante saber se terá compradores, pois de nada adiantará conseguir exemplares maravilhosos se ficarem encalhados.
  • Comece com poucos casais, principalmente se não tiver prática. O ideal são 2 casais, no máximo 3.
  • Escolha o ambiente onde ficarão seus canários. O local deve ser iluminado, mas protegido do sol direto e de correntes de ar, que podem causar problemas respiratórios. Evite locais úmidos e tente manter a temperatura em torno dos 25°.
  • Providencie as gaiolas ou viveiros: um casal por gaiola é o ideal, mas é conveniente que elas tenham uma grade vertical removível que permita separá-los quando não for  época de cruzamento. As gaiolas devem possuir suportes para encaixar comedouros e bebedouros, e o piso removível para facilitar a limpeza. Gaiolas retangulares são as melhores e com medidas de no mínimo 80x50x60 cm.
  • Coloque 3 comedouros com alimentos diferentes, pois os canários gostam de variar as refeições. Limpe diariamente, trocando todo alimento e lave também os bebedouros, trocando a água todos os dias.
  • Limpe o piso da gaiola todos os dias para a retirada das fezes que, acumuladas provocam doenças graves. Para facilitar a limpeza é recomendado forrá-lo com jornal ou papel absorvente.
  • Alimente-os com alpiste, ovo cozido, couve e almeirão. Rações balanceadas para a primeira fase da vida e ração especial para filhotes são recomendadas. No período mais frio aumente a quantidade de grãos oleaginosos (escuros).

Reprodução:

  • Coloque fios de estopa ao alcance das fêmeas, pois elas gostam de fazer seus ninhos.
  • O ciclo dura 1 mês.
  • Quando a canária começar montar o ninho, retire a grade divisória da gaiola.
  • Quando os filhotes nascerem troque o ninho para evitar fungos e piolhos no local.
  • Não deixe a fêmea criar mais que 2 vezes, pois ela poderá ficar desnutrida e sem forças para expelir os ovos, chegando a morrer.

Como você pode notar, não há grandes segredos para criar canários belgas, mas é necessário ter tempo e disponibilidade para se dedicar à sua criação.

Com belas cores e talento para cantar, o passarinho pode ser uma boa fonte de lucros. Ou uma interessante terapia!

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Um animal de estimação alegre, comunicativo e que vive 60 anos! Perfeito para quem passa boa parte do dia em casa (ele precisa de atenção!) e não quer saber de silêncio.
O papagaio, quando bem tratado, ”conversa”, chama o dono pelo nome, grita pela vizinha e gosta de música para dançar. Mas é um animal sensível: pode ficar magoado, se se sentir abandonado, e, por isso, ou fica agressivo ou deprimido.

As crianças o adoram, impressionadas com a capacidade que tem de imitá-las. Os pais devem orientar os filhos para que tomem cuidado: se for machucado ou se sentir ameaçado, ele belisca pra valer. A criação doméstica dessa ave é autorizada pelo Ibama.

Cuidados ao comprar um papagaio
Penas arrepiadas, com falhas ou aspecto molhado, e secreção nos olhos ou na boca são sintomas de doença.

. Fezes grudadas nas penas denunciam diarréia.

. Só compre a ave que tiver na pata uma anilha fechada com o número de registro. É a garantia de que a venda está de acordo com a lei.

. O pássaro se movimenta bem? Se for paradão é provável que não esteja saudável. Não arrisque!

Como preparar a gaiola do papagaio
. Arranje uma gaiola espaçosa, para que a ave possa abrir as asas e se movimentar à vontade.

. Pendure a gaiola em um local que combine sol e sombra.

. Forre o fundo com papel e troque todos os dias. Não use jornal: a tinta é tóxica.

. O poleiro deve ser de madeira, porque o de plástico não é firme e a ave pode escorregar.

. Deixe por perto brinquedinhos de madeira ou sisal. Evite panos ou cordas, que podem se enroscar no pescoço do bicho e feri-lo.

O que papagaios comem?
. Além da ração, você pode dar frutas, legumes e verduras.

. Evite o abacate e a beterraba, que podem causar intoxicação.

. Coloque água fresca todos os dias. Use potes (bebedouro e comedouro) de barro ou alumínio.

Papagaios podem ficar soltos?
Você pode criar seu papagaio fora da gaiola. ”Mas corte as suas asas, com a orientação de um especialista, para prevenir lesões”, diz a veterinária Tereza Knobl, das Faculdades Metropolitanas Unidas, de São Paulo.

E a saúde dos papagaios?
Eles são fortes, mas estão sujeitos a sofrer de:

. Pneumonia
. Sinusite
. Distúrbios de fígado
. Conjuntivite

O papagaio realmente fala?
A capacidade de emitir sons elaborados, como os da fala humana, está associada ao formato da língua, que é redonda. Na verdade, papagaio não fala. Ele imita o som da nossa voz. Detalhe: não ensine palavrões a ele. Você pode passar vergonha diante de uma visita formal.

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Para cuidar do seu periquito não há mistérios, porém deve haver um tratamento repleto de muita atenção e carinho.
Eles necessitam de uma gaiola que não seja muito pequena, levando em conta que você vai criar mais de um animal, mas se a idéia for criar apenas um na gaiola (que não é muito bom) então é melhor uma pequena já que esse animal pode se sentir muito solitário além do que fica mais prático pra eles pularem de poleiros pra poleiros. Essa gaiola deve estar bem localizada não deve apanhar chuva nem o sol forte principalmente o do meio-dia, evite também gaiolas de metal já que esquentam muito em dias quentes ainda que não esteja em contato direto com o sol.

São ótimos roedores então fique ligado com os poleiros e todos os objetos de madeira já que podem ficar fracos e ceder.
Já que eles gostam de escalar procure colocar muitos poleiros na gaiola, eles também gostam de brinquedinhos como escadas, sinos, espelhos mas não coloque muitos para evitar que o animal fique desordenado e seu espaço para voar fique restrito.Esses brinquedos não devem ser pequenos.Não coloque os poleiros em cima de comedouros e bebedouros para que não haja uma possível contaminação.O chão deve ser forrado com areia ou então com folhas de jornal, mas nunca use jornais com folhas impressas coloridas isso costuma ser tóxico.

São animais bem econômicos também na hora de alimentá-los, é aconselhado dar misturas especiais para a espécie já que esta balanceada.
Comem também sementes e cospem a casca na vasilha faça a limpeza da mesma diariamente é importante dizer que essas vasilhas de comida e água devem ser preferencialmente de plástico para uma fácil higienização.
Frutas e vegetais frescos promovem uma melhora na sua dieta maças, brócolis, vegetais de folhas verdes são ideais.Faça uma limpeza diária na gaiola tirando todos os restos de comida a água suja e os jornais e divirta-se muito cuidando do seu periquito!

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As aves são muito vulneráveis à queda das temperaturas durante o inverno e devem receber cuidados especiais. Como Cuidar dá as melhores dicas para manter o seu pássaro aquecido e saudável durante a época do frio.

Gaiolas e viveiros
“Colocá-las para dentro de casa é uma boa solução, e mesmo por dentro a gaiola deverá ser coberta com algum tecido que não permita a passagem de luz e de corrente de ar dentro da casa”, disse a veterinária Renata Gaspar Vieira, especialista em aves. Caso a gaiola seja grande demais para entrar em casa, uma gaiola menor que caiba na residência pode ser usada. No caso de viveiros muito grandes, a melhor solução é ter caixas-ninho dentro do espaço dos animais ou cortinas plásticas em volta do viveiro, para que eles possam se manter aquecidos.

“Os aquecedores podem ser utilizados nas residências onde o clima é muito frio, como na região Sul, ou que tenham piso frio ou úmido”, disse a veterinária. É importante lembrar que o aquecedor deve ficar no meio do aposento, não muito próximo do animal e nunca encostado na gaiola.

Alimentação
Quanto à alimentação, a dieta pode ser modificada para comportar comida com alto teor de gordura, como milho verde, coco seco, nozes, castanhas, pinhão e aveia, principalmente para as araras e cacatuas.

Doenças comuns
“Assim como os mamíferos, as aves sofrem com o frio e as vias aéreas são acometidas frequentemente. Não é raro o aparecimento de pneumonia, acompanhado ou não de secreção nasal”, conta Renata. Como nem sempre as aves espirram, pode ser difícil diagnosticar o problema, e a complicação pode se tornar mais severa, envolvendo o pulmão e os sacos aéreos. “Alimentos ricos em vitamina C, como frutas cítricas e vegetais verdes escuros, são excelentes na prevenção do epitélio respiratório, devendo ser administrados como profilaxia de doenças respiratórias”, completa a veterinária.

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Informe-se bem sobre a alimentação adequada para a espécie que você possui. Os papagaios, por exemplo, podem ingerir grãos que outras espécies não podem consumir.

As aves costumam “reclamar” quando sentem algum desconforto. Observe bem para identificar esse comportamento e analise qual pode ser a causa. Talvez ela tenha sofrido uma agressão de outro animal e esteja com medo ou nervosa. Talvez esteja agitada por não ter tranqüilidade e descanso à noite ou porque está precisando de um lugar mais arejado. Em casos de desânimo, uma possibilidade é estar com alguma doença.

Para a maioria dos pássaros se recomenda cortar o bico, as unhas e até as asas. A freqüência depende de cada espécie e atividade. Se você não tem experiência, leve a ave ao veterinário ou a casas especializadas, porque senão pode feri-la ou deixá-la estressada. Pássaros e outras aves podem morrer de estresse, porque são animais muito sensíveis.

Observe o comportamento da ave e eventuais mudanças físicas que ela apresente. A troca de plumagem constante ou fora de época pode ser um indício de problemas de saúde, alimentação inadequada, parasitas, doenças da pele ou até estados de ânimo, como tensão ou solidão. Neste caso, procure um veterinário para encontrar a causa e o tratamento para melhorar o estado de saúde dela.

Leve a ave ao veterinário periodicamente para tomar vacinas, eliminar parasitas ou fazer exames, se for necessário. Um exame físico completo inclui a avaliação de todos os sistemas orgânicos (como o cardíaco e o respiratório) e das partes que podem apresentar algum sinal de doença (olhos, ouvido, boca, pele, penas, abdômen, peso, bico, etc.).

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Cuidados com Calopsitas:
Calopsitas são fantásticas como bichinhos de estimação, elas são alegres, fáceis de cuidar e muito resistentes a doenças, tem um baixo custo e uma baixa manutenção, além das Calopsitas macho cantarem muito bem.
São as companheiras ideais para quem gostaria de ter uma Cacatua, Arara ou um Papagaio más não pode pagar por uma ave de grande porte legalizada. Além de serem muito mais silenciosas.
Requerem uma gaiola de tamanho médio, ou seja, precisa ser largo o suficiente para que possam abrir suas belas asas e alta o suficiente para que as penas de seus belos e alongados rabos não se quebrem ou se sujem. No restante elas são muito fáceis de cuidar e amansar.
Elas aprendem facilmente a assoviar pequena musicas e, próximas às aves cantoras elas podem aprender a cantar lindamente! As Calopsitas tem um comportamento muito similar aos grandes pistacídeos. (pássaros da família dos papagaios) e são infinitamente menos ruidosos.
A variedade de cores é surpreendente e sendo bastante dóceis, são perfeitas para que seja domesticável bastando apenas que ele seja ainda jovem.
Seu tamanho é de excelente adaptabilidade, de manusear e são dotadas de excelente personalidade, alegres e sempre dispostas a lhe fazer companhia. Dão-se muito bem com os cães.
Criar uma calopsita bebê, também pode ser bastante fácil hoje em dia por existirem inúmeras papas para filhotes que garantem a nutrição e o crescimento sadio de um bebê. Elas costumam viver de 12 a 15 anos aproximadamente, desde que sejam bem alimentadas, e não fiquem expostas ao tempo: proteja-os do frio, sol forte e chuva.
Seu tamanho é de cerca de 30cm.
Elas geralmente têm uma bela crista amarela e adorável círculos laranja abaixo dos olhos. Sua sexagem poder ser feita após os 5 ou 7 meses de idade.
Somente os machos têm habilidade para cantar e este atributo pode ajudar na sexagem da aves antes dos 5 meses de idade, pois nesta idade elas já começam os primeiros acordes.
Precisam de atenção se cansam da rotina, elas se comunicam com o dono que reconhecerá cada som que ela emitir como decorrer do tempo.

O corte das asas:

Para garantir que não vão voar ou se perder em ambientes abertos, é recomendável aparar as penas das asas, o número de acidentes domésticos grande, os maiores riscos são panelas ferventes destampadas, ventiladores de teto, vaso sanitário aberto, pois podem cair dentro e se afogar.
O aparo da penas das asas deve ser feito por alguém que saiba a maneira correta. Ao sair com o pássaro manso na rua deve se ter em mente os inúmeros riscos.
Pode acontecer do pássaro se assustar e acidentar-se por atropelamento ou voar até uma casa que tenha cães ou gatos. Se as asas não forem aparadas elas correm o risco de voarem e se perder, sem saber voltar.

Alimentação:
São pássaros extremamente fáceis de tratar em termos de necessidades nutricionais, comem de tudo.
Adoram sementes de todos os tipos (com ressalvas ao girassol que atualmente tem sido efetivamente reduzido da alimentação de todos os pássaros por oferecer grande quantidade de gordura), adoram verduras, vegetais, frutas (com restrições apenas para abacate, alface, sementes de maçã e alimentos humanos que não podem ser dados a eles) castanhas (sem sal em pouquíssima quantidade), calopsitas adoram também milho verde, natural ou cozido.
Veterinários e criadores recomendam as atuais excelentes “rações peletizadas” que podem com facilidade até substituir grande parte de sua alimentação.
Rações especializadas aumentam em variedade e quantidade a cada dia, o que facilita a vida do proprietário do pássaro, especialmente em uma viajem de curta duração.
Pois estes alimentos não se deterioram e são igualmente saudáveis.

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A manutenção do criadouro deve ser feita de uma maneira cuidadosa e organizada. Nos primeiros dias você tem um pouco de trabalho, mas, com a prática, tudo ficará mais fácil e rápido.

Alimentação: além sementes, frutas, rações adicione na alimentação verduras e papas. Deve ser feita de preferência na parte da manhã. Cada espécie tem uma alimentação específica. Antes de  escolher consulte um especialista.  Nos primeiros dias ofereça o alimento através das grades, sempre com calma e paciência.

A água deve ser trocada todos os dias, pois  água parada muito tempo num bebedouro fica suja e permite o aparecimento de germes e fungos que fazem mal à saúde dos pássaros.

Coloque banheiras duas ou três vezes por semana e se possível retire-as logo após o banho para que as aves não bebam água suja. Na época da reprodução será necessário colocar as banheiras no lugar todos os dias, porque as fêmeas necessitam tomar banho para umedecer os ovos.

Os criadouros para pássaros são conhecidos como gaiolas e viveiros. A escolha entre os dois depende do espaço disponível, no viveiro é possível reproduzir a maioria das espécies, caso você seja um admirador e apenas quer ouvir o canto e curtir a beleza da espécie o indicado é a gaiola. A manutenção do criadouro deve ser feita de uma maneira cuidadosa e organizada. Nos primeiros dias você tem um pouco de trabalho, mas, com a prática, tudo ficará mais fácil e rápido.

Comedouros: quando utilizados para alimentos secos devem ser lavados periodicamente porque podem acumular poeira e restos de sementes e rações, assim ocorre a formação de bolor. Os comedouros utilizados para colocar frutas, têm de ser lavados todas as vezes que o alimento for trocado.

Bebedouros: tenha muito cuidado, pois a água pode ser uma fonte muito perigosa de doenças e por isso a limpeza dos bebedouros deve ser feita diariamente. Limpe utilizando uma escova passando por todos os cantos dos bebedouros e lave-os sob água corrente.

Por: Priscila Gomes

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