Cachorro

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Às vezes, um ou dois carrapatos que estejam carregando formas infectantes dos protozoários causadores dessas enfermidades são o bastante para que o cão contraia uma dessas doenças.

Assim, o controle do carrapato deve ser constante e qualquer sinal de apatia, febre, falta de apetite e mucosas (gengivas ou conjuntiva) pálidas em cães que costumam ter carrapatos, é motivo de uma visita ao veterinário e um exame de sangue, para detecção da Babesia ou daErlichia. Elas são tratáveis quando diagnosticadas a tempo.


Carrapatos, fêmea e machos, aderidos à pele do cão

Mas o que fazer para evitar que o cão pegue carrapatos?
Infelizmente, não há nenhum esquema de tratamento preventivo. Se o cão frequenta áreas infestadas por carrapatos, ele certamente irá pegá-los. Regiões com vegetação em sítios ou fazendas, são os lugares mais comuns. Porém, existem muitos casos de pessoas que tem problemas com carrapatos dentro de seus canis ou quintais e até em apartamentos. Às vezes, num passeio a uma praça ou parque, o cão pode se infestar.

E como combater o carrapato?
Assim como as pulgas, o carrapato não é um problema só do animal, mas sim do ambiente. O carrapato, em todos os seus estágios de vida (desde larva até adulto), é muito resistente. Combater o carrapato é difícil. Você pode eliminá-lo do cão facilmente com banhoscarrapaticidas, porém, o inimigo que você não vê, ou seja, os ovos e larvas, estão no ambiente e nele sobrevivem durante meses. Muitos são os casos de proprietários que vivem combatendo o carrapato no cão, mas nunca conseguem exterminá-lo por completo.

Um outro detalhe é que os carrapatos colocam seus ovos na vegetação e também em frestas das paredes e piso. Dessa forma, todos esses lugares têm que ser tratados e não somente os cães. Quem tem na vizinhança terrenos com mato, criação de animais como cavalos e gado, pode sofrer com os carrapatos, pois esses parasitas são capazes de escalar altos muros em busca de alimento. Se isso estiver ocorrendo, é preciso controlar a infestação também na parte externa.

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Sempre é bom lembra, pessoas deficientes precisam de mais atenção e  cuidados,  cães deficientes também.A maioria nós conhecemos ou temos cães que nasceram com problemas ou  foram vítimas de doença grave, acidente ou violência, ou ainda estão bem velhinhos e perdendo visão, audição e etc.

Cães costumam se adaptar rapidamente a problemas físicos, mesmo os mais  graves. Os donos têm de adaptar suas vidas com as dos cães que têm necessidades especiais. vale a pena, não só pelo amor ao animal, mas também pelas lições de paciência, satisfação e bem-estar por ser útil e fazer diferença na vida de alguém de quem gostamos.

Algumas deficiências não incomodam tanto aos cachorros. Uma pessoa ou animal cega ou surda de nascença não anseia por visão ou audição, pois não senti falta do que nunca teve e costuma reagir e se virar na vida usando os seus outros sentidos. O fato de um cão ser surdo, seja ou não de nascença, não significa que ele seja impedido de passear com o dono.

Esteja pronto para consolar o cachorro caso ele tenha se tornado cego ou adquirido outra deficiência. É normal que ele fique deprimido, e a melhor terapia é você dar coisas para ele fazer , continuando com as caminhadas.

Quanto a cães deficientes mentais, são mais raros por dois  motivos. 1: as mães caninas abandonam os filhotes quando percebem que estes têm menos probabilidades de sobrevivência. Pode ser triste para nós humanos,  mas adianta tentarmos salvar estes filhotes. 1: os cães que sobrevivem não costumam viver muito, vítimas da própria doença ou suas consequências como ataques e paralisias.

o cão costuma ter grandes fobias, e pode levar semanas para ele aprender a, por exemplo, andar com as patas traseiras.

Nunca é demais lembrar que socializar o cão, seja ele deficiente ou normal, é sempre importante. Como o cachorro deficiente necessita de mais cuidados que um normal, o ideal é conviver com ele em casa, não num quintal, jardim ou quartinho dos fundos. Não se esqueça de inspecionar toda a casa para remover qualquer coisa que possa prejudicar um cão cego ou desatento, como galhos baixos.

Procure evitar mudanças frequentes ou drásticas para o cão não se desorientar. E o cão deve ser examinado todos os dias.

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A maioria dos animais que desenvolvem a doença apresentam idade entre 7 e 9 anos e o dobro de casos incide em fêmeas. O principal fator envolvido no desenvolvimento dessa doença é apredisposição genética de algumas raças específicas, como:

  • Keeshond;
  • Pulik;
  • Cairn Terrier;
  • Pinscher Miniatura;
  • Dachshunds;
  • Schnauzers Miniatura;
  • Poodles;
  • Beagles.

Entretanto, é importante frisar que qualquer cão de qualquer idade ou raça pode acabar desenvolvendo o problema.

A diabetes em cachorros é uma doença que pode cursar com quadro clínico bastante variado em quantidade e intensidade dos sintomas. Entre os sinais clínicos mais frequentes é possível destacar:

  • Polidipsia (aumento da frequência com que toma água);
  • Poliúria (aumento da frequência urinária);
  • Polifagia (aumento do apetite);
  • Perda de peso.

De acordo com a gravidade do quadro e estágio de instalação da doença, o animal ainda pode apresentar:

  • Ganho de peso;
  • Problemas oculares, como a catarata;
  • Desidratação;
  • Letargia;
  • Fraqueza;
  • Halitose cetônica.

O mais recomendado para controlar adequadamente os níveis de glicose sanguínea em cãesdiabético ou com grande probabilidade de desenvolver a doença é realizar consultas periódicas ao veterinário, para que o diagnóstico e intervenção sejam iniciados o mais precocemente possível, bem como seja instituído um acompanhamento com exames periódicos de manutenção.

Enquanto os humanos podem se beneficiar com o uso de medicamentos hipoglicemiantes orais, normalmente esses fármacos não são muito úteis em cães. A opção fica por conta das injeções de insulinas para cachorros, que devem ser aplicadas diariamente. Apesar de alguns donos se queixarem de dificuldade em seguir esse tipo de tratamento, com um pouco de prática é possível dar conta do recado sem grandes problemas, oferecendo uma excelente qualidade de vida ao pet.

A diabetes é uma doença capaz de afetar até mesmo os cães, especialmente algumas raças, que são geneticamente mais susceptíveis. A dica é ficar atenta aos possíveis sinais da doença e fazer consultas veterinárias regularmente, para diagnósticas esse tipo de doença o mais precoce possível.

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O Cocker possui uma extrema necessidade de cuidados com a sua alimentação e higiene, uma vez que seu cardápio é bem restrito em comparação com os outros animais. Os cachorros desta raça tem tendência a tornarem-se glutões e por isso se faz necessário uma ração de qualidade em horários bem determinados.

Ao escolher uma ração ideal para um cão, opte sempre por aquela que tenha mais nutrientes, mesmo que seu preço seja mais elevado, uma vez que as rações mais baratas farão com que o seu companheirinho coma mais e não supra sua necessidade diária de vitaminas e proteínas.

Outro ponto importante é a higiene. Se você não cuidar de um Cocker da maneira correta, poderá perceber em pouco tempo que sua pelagem ficará feia, apresentando queda de pelos, sujeira e muitos nós. Por isso, limpe diariamente o ambiente de seu amiguinho e escove-o com uma escova de madeira semanalmente para manter sua aparência sempre muito bonita.

As doenças mais comuns em Cockers se iniciam pelos problemas de pele, ocasionados pela má higienização de seu espaço. Malefícios como frieiras, feridas nas patinhas do animal e queda de pelos também podem ser ocasionados, de forma que se torna primordial você tomar as devidas precauções para evitar o advento desses problemas.

Outras doenças como obesidade, diabetes, hipertensão e principalmente os problemas neurológicos são os mais frequentes nesta raça. Cockers possuem tendência a bipolaridade, que se inicia a partir de um stress crônico. Assim sendo, ao notar qualquer alteração comportamental em seu melhor amiguinho, recorra de imediato a um veterinário.

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As melhores raças de cães para crianças são sem dúvidas as mais dóceis, com uma capacidade maior de assimilação de comandos e técnicas de adestramento. Entretanto, o primeiro ponto a ser considerado é o ambiente em que você vive, pois um cão precisa ter um amplo espaço para desempenhar suas atividades, sendo que os melhores animais de estimação para apartamentos, a título de exemplo, podem ser outras opções mais adequadas aos pequeninos.

Assim sendo, para quem dispõe de um grande espaço em casa, vale a pena investir no companheirismo o Labrador e do Golden Retriever, que são as raças de cães mais indicadas para as crianças como companhia, pois além de muito inteligentes, são animais que não demonstram nenhum sinal de agressividade.

m seguida vem o Setter Irlandês, o Bulldog e os Beagles, cães de menor porte que adoram ficar cercados de pessoas, principalmente envolvidos em atividades dinâmicas, como a corrida e a caça. Entretanto, não se esqueça de praticar diariamente exercícios físicos, pois toda a energia destes dóceis amiguinhos pode ser revertida para um alto poder de destruição.

Outra interessante raça para ficar com crianças é o Poodle, porém existem contradições a respeito dos donos destes animais, visto que, apesar de ocuparem o segundo lugar no ranking das raças mais inteligentes do mundo, possuem um comportamento contraditório e imprevisível.

  • É válido ressaltar que ao escolher um cachorro ideal para a criança, o primeiro ponto fundamental é respeitar a idade e o desenvolvimento do pequeno. Isto é, evite comprar um cão enquanto seu filho ou filha é menor do que os 5 anos de idade e conceda-lhe determinadas responsabilidades para cuidar do bichinho.

 

Um erro ao escolher um cão para crianças que muitos pais cometem é optarem por determinadas raças, que na verdade possuem comportamentos inatos que podem ser prejudiciais.

A titulo de exemplo se dá o Pinscher e o Cocker Spaniel, que são animais de personalidade variada e podem responder agressivamente à criança no caso desta perturbar ou invadir o seu território em um momento inapropriado.

O Chow Chow também é um cão altamente territorial e, assim como o Pastor Alemão e o Husky Siberiano, mesmo quando bem treinado pode defender o seu território e impedir a proximidade de estranhos à sua família.

Por fim, se responsabilize pelo pet e evite que a criança interfira muito na sua rotina, a fim de não estressar o animalzinho e assegurar muito mais alegria e entretenimento a todos.

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Os principais insetos responsáveis por picar os animais de estimação são as abelhas, vespas, marimbondos e formigas. Qualquer pet que for mordido por um desses insetos pode manifestar sintomas graves de reação alérgica dentro de até 20 minutos, ou desenvolver sintomas mais leves em até 24 horas.

Ao se observar picadas em locais com pouco pelos, como a barriga, é preciso desconfiar de insetos como marimbondos e formigas. Contudo, o local mais frequentemente acometido é na região da cabeça, rosto ou parte de dentro da boca. Como essas lesões podem causar processos inflamatórios graves e muito dolorosos, que demora horas para diminuir e incomoda muito o cão, na maioria das vezes fica fácil de perceber as lesões e tomar os cuidados necessários.

No caso de picadas de abelhas e vespas é possível perceber, no local da picada, grande inchaço associado à vermelhidão e sensação de aumento da temperatura local. Nessas situações é preciso avaliar a lesão e procurar pelo ferrão do inseto, que muitas vezes é deixado para trás e continua a injetar veneno no cachorro. A melhor forma de retirar o ferrão é raspando a superfície da pele com a ajuda de um cartão de crédito ou objeto parecido. A utilização de pinças não é recomendada, pois o ato de apertar o ferrão é capaz de liberar ainda mais veneno na lesão.

Apesar de a maioria das aranhas não serem capazes de penetrar suas presas na pele do cão e por isso não representarem um grande problema para os pets, o veneno de algumas espeécies é capaz de provocar reações graves ao simplesmente entrar em contato com a pele dos cães. Entre as aranhas mais temidas está a viúva negra, que além de ser muito venenosa, possui presas capazes de perfurar a pele dos cachorros.

Ao perceber qualquer sintoma como inchaço nas pálpebras, orelhas e lábios ou em qualquer parte do rosto, dificuldade de respirar associado a coceira intensa e urticária, cansaço fácil, alteração do estado de consciência, fraqueza e diminuição do pulso é necessário procurar imediatamente a clínica veterinária mais próxima, para que o cão passe por uma avaliação minuciosa e tenha à disposição todos os equipamentos e medicações necessárias para garantir sua segurança.

Caso seja possível perceber qualquer tipo de lesão de pele que possa indicar a picada de um inseto, mas sem nenhuma implicação clínica importante, pode ser utilizado um gel de aloe vera, que ajuda a diminuir os sintomas inflamatórios locais e a dor. Nesses casos também é possível aplicar uma pasta de bicarbonato de sódio e água várias vezes ao dia.

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Assim como nos humanos, os cães também sofrem de depressão. Esse problema pode estar associado a situações de estresse e perdas importantes. Além disso, a depressão pode ser provocada por fobias, ansiedade e outros fatores fisiológicos.

Os cães que ficam expostos por mais tempo a situações de estresse intenso tem uma tendência maior de sofrer com depressão ou ter um estado depressivo. Algumas doenças graves também podem provocar inapetência, apatia e levar um falso diagnóstico de depressão no cãozinho.

Os sintomas da depressão em cães podem variar de acordo com cada animalzinho, afinal, alguns tendem a serem mais carentes e mais predispostos a sofrer depressão.

  • Perda de apetite: o cão para de comer como antes e perde peso significativo;
  •  Isolamento: o seu amiguinho já não brinca com os outros animais e humanos como antes e se isola em alguma parte da casa;
  • Tristeza profunda: os olhos do cão ficam entristecidos e fundos;
  • Apático: não responde aos estímulos para brincas ou para sair em um passeio;
  • Não aceita o toque: normalmente, os animais depressivos não gostam de serem tocados, mostrando mais uma evidencia de isolamento, quando não desejam a presença de ninguém por perto.

Para ajudar o seu cão a superar a depressão é essencial consultar um veterinário especialista. Existem vários tipos de tratamento para esse problema, como exemplo, as terapias comportamentais. Essa terapia atua na mudança ambienta e da rotina do animal, associada ou não ao uso de medicamentos. Os problemas comportamentais podem ser curados e exigem grande dedicação e carinho por parte dos donos.

Outra solução é enriquecer o ambiente com sons, interações sociais, atividades físicas e brinquedos. As mudanças na rotina auxiliam na redução da probabilidade de o animal ficar mais depressivo ou ansioso. O veterinário pode associar ainda remédios como florais, homeopatias e antidepressivos à terapia.

O mais indicado é procurar um veterinário para tratar o problema corretamente.

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Como limpar as orelhas do cachorro

A limpeza das orelhas dos cachorros deve fazer parte do processo de higiene na hora do banho. O ideal, é que os donos realizem a limpeza semanalmente, dando maior atenção aos cachorros com orelhas grandes e caídas.

As orelhas dos cães são órgãos sensíveis e devem ser mantidas limpas para evitar doenças futuras. Dessa forma, os donos devem saber como limpá-las de maneira adequada.

  • Separando o material que vai ser utilizado – o dono precisará de cotonete, algodão e ceruminolítico (loção específica para a limpeza do ouvido dos cães), podendo ser encontrado em pet shops. Esse medicamento tem como função principal a diluição do cerúmen do ouvido para facilitar a limpeza.
  • Ante da iniciar a limpeza, a avalie a orelha do cão – caso o dono perceba que, durante a avaliação, existe muita cera na orelha do cão ou ela está apresentando um odor muito forte, é importante levar o animal para a avaliação do médico veterinário.
  • Realizando a limpeza da orelha do cão – a limpeza da orelha do cão deve ser iniciada através da colocação do ceruminolítico de pequena quantidade e, logo após, passar o cotonete com delicadeza.
  • Limpando a parte externa da orelha do cachorro – após a limpeza da parte interna da orelha, o dono deve realizar a limpeza da parte externa. Para isso, basta passar um algodão molhado com ceruminolítico também na região externa. Durante a limpeza, deve-se segurar a orelha do animal dobrada e limpá-la com o dedo tomando cuidado para não pressionar e não machucar.

Após a limpeza das orelhas dos cães, o dono deve observar a cor e a espessura da parte externa da orelha, sendo que ela deve estar fina e rosada. Caso a orelha esteja apresentando coloração avermelhada e espessa associada a crostas que se soltam facilmente, é necessário levar o animal ao veterinário, pois essas alterações podem ser uma infecção ou uma alergia.

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Ao contrário do que muita gente pensa, os animais podem sofrer das mesmas doenças que os seres humanos. As mais comuns a acometer os cães são a hipertensão, obesidade, doenças cardíacas e também a diabetes.

  •  Sintomas

Para tratar o animal diabético, primeiro o dono precisa identificar alguns dos sintomas apresentados pelo cachorro. No início da doença, ele apresenta sede e urina excessiva, aumento de apetite seguido de perca de peso, além de fraqueza e apatia. Com a progressão da doença o cão fica anoréxico, desidratado, a imunidade baixa e ele sofre infecções e devido as cataratas pode até ficar cego.

Identificado os sintomas é importante levar seu bicho de estimação ao veterinário para exames laboratoriais e análise clínica. Depois de diagnosticada a doença será preciso seguir corretamente as orientações médicas, que deve minimizar os efeitos da patologia no cão e prevenir as complicações.

  • Tratamento

O tratamento da diabetes tipo I acontece com a aplicação diária de injeções de insulina, mais a mudança comportamental. O dono do cachorro precisa administrar a dose de insulina no horário e com a dose prescrita pelo veterinário. É importante ser fiel a este horário, para que o cão não sofra de hipoglicemia, caso a insulina seja aplicada em um momento inadequado.

Ao contrário do que se pensa, a hipoglicemia é mais grave do que a hiperglicemia. A primeira pode levar o animal a ter convulsões, desmaios ou até a morte. Além da aplicação da substância, o dono também precisa verificar a glicemia no sangue do cachorro. Esta mensuração é feita de forma semelhante aos humanos e deve-se manter registros com as doses e os níveis de glicemia para comparação futura.

Manter uma dieta saudável e nos horários corretos também é imprescindível para o tratamento contra a diabetes. O exercício físico também deve estar presente durante todo o tratamento e precisa ser freqüente.

Estes animais não são capazes de cuidar de si mesmo enquanto estão doentes, mas podem contar com os donos como um amigo fiel, que contribui para a melhora de sua saúde.

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Não apenas os seres humanos sofrem com a obesidade, cães muitas vezes também são vítimas deste problema. A obesidade apresenta os mesmos riscos de vida tanto para cães quanto para humanos.

O mais importante é identificar se o animal está acima do peso ideal, isto é evidenciado pelo acúmulo de gordura ao redor do pescoço e o aumento de dobras em raças que não deveria possuí-las.

Aobesidade acontece devido a alimentação inadequada e em excesso. Sendo assim,  não dê muitos petiscos para o seu animal e ofereça  a ração adequada para a sua fase da vida: se adulto, idoso, filhote ou gestante. A falta de exercícios físicos também é um agravante desta super alimentação, agravando a obesidade. Todos os animais precisam de doses de exercícios que são feitas através de brincadeiras e caminhadas diárias.

Raramente a causa da obesidade canina se dá por deficiência hormonal, mas quando se observar o aumento repentino de peso no animal esta possibilidade não deve ser descartada. É importante que o animal tenha o tratamento veterinário adequado para retornar ao normal ou ajudar a conviver com a doença.

Os danos causados pela obesidade são semelhantes em humanos e animais. Por isso seu cachorro poderá vir a ter problemas ósseos, cardíacos, osteoartrite (por causa do excesso de peso sobre as articulações), redução da função respiratória, diabetes, hérnias, hipertensão, dentre outras. Essas complicações poderão diminuir o tempo e a qualidade de vida do seu animal de estimação.

Depois de identificado o problema será necessário uma mudança de hábitos não só para os cães, mas também para seus donos, confira algumas dicas:

– Evite dar a eles doces e substitua sua ração por uma light.

– Sirva sua refeição em pequenas porções durante o dia, para que ele se sinta saciado e seu metabolismo acelere.

– Evite comer próximo ao animal, para que ele não insista para ser alimentado.

– Pratique exercícios junto com o cachorro. Faça brincadeiras e caminhadas todos os dias, mas lembre que ele está acima do peso por isso cansará rapidamente.

– Se conscientize que a melhora dele depende principalmente de você, que vai ensinar novos hábitos ao cachorro.

Essas dicas são importantes para ajudar o seu cão para melhorar, mas a melhor medida ainda é a prevenção.

– Evite dar tudo que sobra na refeição para eles.

– Faça passeios frequentes, não deixe que a pressa ou a rotina atrapalhe a saúde do seu cão.

– Dê ração de qualidade e que tenha os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento.

– Alimente o animal pelo menos duas vezes ao dia.

– Fique atento as mudanças de peso dele e caso comece a aumentar procure um veterinário.

Os cães são animais que fazem de tudo para alegrar seus donos e deixá-los felizes. Sua dedicação incondicional é uma prova de amor que deve ser retribuída pelo dono, através de carinho e de cuidados para que ele tenha uma vida feliz e saudável.

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Os dentes de seu cãozinho merecem cuidados especiais para que fiquem sempre saudáveis.

Nem todas as pessoas sabem, mas os cachorros que não possuem dentes tratados corretamente possuem maior risco de adquirir doenças como a debilidade física, gengivites e infecções crônicas, que podem causar muita dor ao cãozinho.

Assim como com as pessoas, é importante manter uma boa higiene para tratar a dentição do cachorro, levando-o sempre ao veterinário para avaliação da sua arcada dentária e ter cuidados em casa com escovação, alimentação e outros cuidados.

  • A melhor forma de prevenir o tártaro é evitar alimentos úmidos e pastosos, como pão e massas, pois deixam resíduos nos dentes. A ração também pode influenciar na formação de tártaro, porém em menor quantidade. O outro item para a prevenção do tártaro é a escovação, já que os resíduos são moles e vão endurecendo com o tempo, ou seja, você pode escovar os dentes do seu cachorro todos os dias. A escova retira toda a sujeira e previne problemas futuros.

– Não existe uma quantidade específica para escovar os dentes do seu cachorro, mas o ideal é fazê-la diariamente após uma refeição. Segundo especialistas, o dono que escovar os dentes do seu cão pelo menos três vezes por semana já está contribuindo para a saúde bucal do seu bichinho;

– A escovação deve ser adotada para o cachorro desde o primeiro ano de vida para que ele se acostume com o hábito. Antes desse período as gengivas ainda são muito sensíveis e quando escovadas podem causar dor;

– Fique de olho nos produtos utilizados na escovação. Prefira as pastas desenvolvidas especialmente para cães. Elas podem ser encontradas facilmente em pets shops;

– Dê preferência para uma alimentação com rações secas, indicadas pelo veterinário como as mais seguras para os dentes do seu cachorro;

– Leve seu cãozinho ao veterinário para avaliação periódica dos dentes.

No caso do cachorro já estar com problemas dentários, atualmente existem muitas técnicas para tratamento dos mesmos. Não deixe de levar seu cãozinho ao veterinário.

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Nem sempre é fácil identificar que o cão está doente, por isso o dono precisa prestar atenção em sinais sutis que indicam algo errado com a saúde do pet.  É importante observar o comportamento, os hábitos alimentares, a urina, as fezes, a pelagem, entre outros fatores.

• O cão sempre foi alegre e agitado, mas ultimamente parece cansado e preguiçoso.

• Apresenta dificuldades para urinar ou está urinando em grandes quantidades.

• Ganhou ou perdeu muito peso de uma hora para a outra.

• Está arrastando o traseiro no chão.

• Urina com odor forte ou cor alterada.

• Vômitos esporádicos.

• Excesso de baba.

• Gengivas vermelhas e inchadas.

• Gengivas secas e pegajosas.

• Está ofegante e com respiração curta.

• Fezes alteradas: com sangue, duras e secas ou moles e líquidas.

• Pelagem opaca e com partes ásperas indicam que o cão não está bem.

• Secreção na região externa do ouvido.

• O pet chacoalha demais as orelhas.

• Lambe constantemente uma determinada parte do corpo.

• Olhos avermelhados e com as veias aparentemente maiores.

• Apresenta algum tipo de inchaço no corpo.

• O animal chora quando é tocado.

• Excesso de secreção nos olhos.

• Espirra, tosse e engasga com frequência.

Além dos sinais sutis de problemas de saúde, o cachorro também pode apresentar sintomas que indicam doenças graves, como convulsões, superaquecimento, gengiva branca, desmaio, abdômen inchado e paralisia nas pernas traseiras. Nestes casos, é necessário não perder tempo e procurar logo um veterinário.

Os cães devem sempre apresentar sinais de boa saúde, como olhos brilhantes e limpos, orelhas livres de secreções, gengivas rosadas, pelagem macia e brilhante, fezes pequenas, firmes e úmidas, volume normal de urina e peso adequado.

Para que o animal doméstico não ficar doente, é necessário fazer visitas regulares ao veterinário e manter a carteira de vacinação em dia.

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Diversos fatores podem desencadear alergias em cães, como picada de inseto, remédio, fungos, bolores, pólen, ácaros, alimentos, vacinas ou produto de higiene.

As alergias mais graves, quando não tratadas, podem levar o pet à morte, por isso é importante ter muito cuidado.

Confira a seguir os principais sinais de crises alérgicas em cachorros:

– vermelhidão na pele

– inchaço no rosto

– coceira constante

– lambedura ou mordedura em diferentes partes do corpo

– aparecimento de feridas

– dificuldade respiratória

Mesmo quando a alergia parece superficial, ela precisa ser tratada com medicamentos para evitar sintomas mais graves.

• É importante prestar atenção nos sintomas físicos do animal, afinal, eles sinalizam que há algo de errado.

• O comportamento do pet também deve ser observado para verificar se ele está sofrendo com dificuldades na respiração. Este sintoma decorre de um edemana glote, que prejudica a entrada e saída de ar para os pulmões e traqueia.

Se o cãozinho não estiver respirando direito, ele deve ser levado imediatamente ao pronto-socorro para que o veterinário faça o atendimento emergencial.

• Na emergência, o cachorro com reações alérgicas graves recebe medicações injetáveis que agem rapidamente no organismo.

• Depois de ser medicado, o cão precisa ser monitorado para verificar melhoria ou piora no quadro.

• É fundamental que o dono do pet tente associar as reações alérgicas a um agente causador. Desta forma, fica mais fácil prevenir novas crises.

O proprietário do pet alérgico deve ter uma ‘farmácia’ de emergência em casa, com pelo menos um comprimido antialérgico prescrito pelo veterinário. Assim que os primeiros sinais de alergia surgirem, basta dar a animal a dose do remédio receitado pelo especialista.

• Se a alergia for causada por algum produto de limpeza, a região afetada deve ser lavada com água abundante, evitando assim que a substância prejudicial continue em contato com a pele. Neste caso também é importante a medicação.

A amostra de sangue, analisada em laboratório, pode mostrar claramente qual substância causa alergia no animal.

 

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Para cuidar da pelagem do seu cão e evitar que os pelos caiam, o primeiro passo é começar de dentro para fora. Isto é, dê a ele sempre água fresca, ração de qualidade e de uma forma controlada, além de frutas e outros complementos que são permitidos, a fim de manter a saúde do cão em um ótimo estado. Lembre-se também dos exercícios físicos, que além de serem fundamentais para a saúde do animalzinho, evitam o stress e consequentemente, menores índices de queda de pelo em cachorros.

– Na hora de banhar o amiguinho de quatro patas, sempre o escove antes, pela mesma razão pela qual penteamos nossas madeixas antes de entrarmos em embaixo do chuveiro. Ou seja, assim você evita o embaraçar e a queda dos pelos do cão.

– Os cuidados com o pelo de cães como West Highland White Terrier, que são um pouco mais rebeldes do que o natural, exigem apenas um banho mensal e escovação em dias alterados.

– Já as madeixas lisas, como as do Maltês a título de exemplo, merecem ser penteadas todos os dias e os banhos devem ser semanais, para evitar nós e pelos arrepiados.

Para todos os casos, utilize uma escova de pinos sem bolinhas nas pontas e, preferencialmente, modelos que não machuquem o animalzinho.

– Já os Poodles e a raça Bichon Frise merecem cuidados especiais, como uma escova de cerdas altas para um penteado um dias alternados, além dos banhos semanais.

Seguindo essas dicas com os cuidados para cada tipo de pelo você poderá deixar o seu amiguinho sempre muito bem arrumado e elegante.

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No entanto, para nossos companheiros animais, a divergência na temperatura pode causar sérios problemas relacionados ao sistema respiratório, imunológico, articulações ósseas ou musculares. Assim, sabemos que todo cuidado torna-se necessário para manter as condições propícias para todos os membros da família nesta época do ano.

Se você é adepto dos sistemas de banho e tosa oferecidos pelos Pet Shops, durante o inverno evite que o animal tenha contato com água, e também que tenha o seu pelo tosado.  A dica é prepará-los antes mesmo da temperatura abaixar, deixando que sua pelagem cresça naturalmente.

– A queda de temperatura pode ser fatal ao seu cão, principalmente no período noturno: deste modo, prepare o cantinho do animal com uma forragem generosa e cobertores adequados.

– Coloque também a sua casinha  longe do vento, chuva e frio para evitar acidentes com seu melhor amigo, como um possível choque térmico.

– Lembre-se que estes cuidados nunca são demais e mesmo que o cachorrinho não sinta tanto frio a ponto de querer esses itens, ele automaticamente irá retirá-lo de seu ambiente.

Roupas

– Aos cães que possuem a pelagem mais fina, recomenda-se o uso de roupinhas específicas para seu tamanho, a fim de garantir que  o seu corpo fique sempre aquecido.

– Já os de  pelagem mais espessa, no entanto, sofrem alguns incômodos provocados pelo uso das roupas caninas: por isso, avalie em quais condições é realmente necessário vesti-los contra o frio.

Na hora de passear com o seu cachorro, os cuidados devem ser redobrados com a sua saúde, visto que as chances de contrair resfriados e problemas ósseos ou articulares são ainda maiores.

Para evitar com que certas doenças venham á tona, certifique-se de que suas patinhas estão bem protegidas, inserindo os sapatos específicos para cães. O mesmo serve caso você more em apartamentos, visto que o piso frio é capaz de provocar lesões na estrutura óssea canina.

Com um pouco de carinho, amor e dedicação é possível manter uma vida harmoniosa entre você e o seu bichinho de estimação em qualquer época do ano.

MATERIAS DIVERSAS

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Além das cores das plantas o seu jardim pode ganhar ainda mais vida com o movimento e o canto dos pássaros que elas são...

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