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Como Cuidar

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Nome popular: Hortelã, Hortelã-rasteira

Nome científico: Mentha x villosa

Família:Labiatae (Lamiaceae)

Origem: Europa.

Propriedades: espasmolítica (reduz contrações musculares involuntárias), antivomitiva (evita vômitos), carminativa (eliminador de gases intestinais), estomáquica (favorece a digestão), e anti-helmíntica (elimina vermes intestinais), por via oral, bem como anti-séptica (contenção de microrganismos) e anti-prurido (redução da coceira), por via local.

Características: Erva perene, de 30 a 40 cm de altura, com folhas que possuem aroma forte e característico. Tem grande importância medicinal e social, por sua alçao contra microparasitas intestinais, recentemente descoberta. Há muitas espécies de hortelã parecidas, dificultando a escolha da planta certa para fins medicinais, exigindo a obtenção das mudas em locais de confiança.

Desde a mais remota antiguidade, essa e outras plantas são utilizadas como condimento em massas e carnes, bem como para fins medicinais.

Parte usada: Folhas

Usos: A literatura etnofarmacológica registra como suas propriedades as ações: espamolítica, antivomitiva (evita vômitos), carminativa (eliminador de gases intestinais), estomáquica (favorece a digestão), e anti-helmíntica (elimina vermes intestinais), por via oral, bem como anti-séptica (contenção de microrganismos) e anti-prurido (redução da coceira), por via local.

Forma de uso / dosagem indicada: O tratamento contra ameba e giárdia pode ser feito com o pó das folhas em 3 doses diárias por 5 dias consecutivos.

O pó pode ser preparado a partir das folhas que são colhidas e postas a secar a sombra, em ambiente ventilado, ou na estufa do fogão ou no forno quente, porém apagado, até que fiquem bem secas e facilmente trituráveis. Crianças de cinco a treze anos devem tomar ¼ de colher (de café). Adolescentes e adultos podem tomar ½ colher (de café). O tratamento deve ser repetido após 10 dias, devendo-se observar durante e após ele, os cuidados de higiene pessoal e familiar.

Cultivo: No plantio inicial as plantas de desenvolvem bem em solos ricos em húmus e umidade. Pode ser multiplicada através de estaquia.

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Nome popular: Hortênsia; Hidrângea; rosa-do-japão;
Nome científico: Hydrangea macrophylla.
Família: Saxifragaceae.
Origem: China e Japão.

Observações: Arbusto semi-lenhoso, de 1,0 a 2,5 m de altura, de folhagem e florescimento decorativos. Suas inflorescências se assemelham a buquês, com numerosas flores estéreis de cor branca, rósea ou azul, ocasionalmente com algumas flores férteis.

Pertencem a três grandes grupos hortícolas: “Japonica”, “Hortênsia” e “Stellata”, cada um com numerosas variedades.

Aprecia climas mais frios, como os encontrados no sul do Brasil.
Cultivo: Cultivado em vasos e em grupos, formando maciços ou renques, a pleno sol, em terra fértil, rica em matéria orgânica, permeável e úmida.
A coloração de suas flores varia de acordo com o grau de acidez do solo local.

Em solos alcalinos, as flores se tornam róseas.

Costuma ser podado drasticamente no fim do inverno, para florescer na primavera e verão.

Multiplica-se facilmente por meio de estacas.

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Como cuidar de um jabiti.

Se você cogita ter um bicho desses em casa, precisa conhecer os cuidados que ele requer para viver com muita saúde até… 80 anos (sim, ele pode chegar lá)
Bom sendo assim a alimentação deve ser o mais variada possivel trata-se de uma especie basicamente herbivora podes fazer:

50% fruta figos, melão, pera, maça, papaia, bananas, laranja, melancia uvas etc…
as frutas devem ser maduras 50% plantas silvestres Dente de leão, agrião, canonigos, rucula , alface e muitas mais.

De vez enquando pode comer tambem um pouco de carne, insectos e molusculos para receber as proteinas necessárias.
Deves juntar de vez enquando também calcio as suas refeições.

Agora o terrário

É uma especie que ficava razoavelmente grande logo vai precisar de bastante espaço em adulto mas se tiveres a pensar aduirir uma cria não precisa de ser muito grande.
Temperaturas penso que é a ambiente dado a tua localização geográfica deve ter humidasdes altas cerca de 80% e um recipiente (tipo um lago de facil acesso é nao mt profundo apenas para se banhar) para se banhar é importante que a humidade seja alta para evitar problemas com os olhos Falas de concreto para substracto!!

Cimento? é a isso que te referes? Eu nao acho muito agradavel cimento se for disso que estás a falar

Aconselho-te uma mistura de turfa com fibra de coco
A nivel de doenças esta é uma especie resistente tem é que ter humidade altas para evitar problemas de olhos como ja disse Resta dizer que os acho animais muito bonitos que se adaptam bem a nós e nao custumam ser nada agressivos .

Na certa você já viu um jabuti passeando sem pressa em um quintal ou jardim e o confundiu com uma tartaruga.

Na verdade são animais diferentes.

O primeiro vive na terra, enquanto o segundo é aquático, de água doce ou salgada.
Assim como muitos outros bichos silvestres, o jabuti está na lista das espécies brasileiras ameaçadas de extinção e, por isso, é protegido pelo Ibama, que autoriza apenas a criação de dois tipos, o jabuti- piranga e o jabuti-tinga. Na hora da compra, exija uma nota fiscal emitida pelo órgão para se certificar de que a transação foi feita de acordo com a legislação e, claro, observe se o animal está com boa saúde (veja o quadro abaixo).

Fácil de criar, o jabuti pode ser mantido no quintal ou no terrário.
O que não é opcional é a iluminação

ele precisa de luz solar direta todos os dias.
“Os raios ultravioleta ativam substâncias precursoras da vitamina D, nutriente que fixa cálcio nos ossos, o que é fundamental para o jabuti não ficar com o casco mole”, explica o veterinário Alexandre Pessoa, um especialista em répteis, de São Paulo.

Além disso, a fonte externa de calor faz todo o seu organismo funcionar de forma mais adequada. Então, se o terrário não dispuser de luz natural, você pode instalar lâmpadas específicas ou mesmo uma comum de 50 watts, que manterá a temperatura entre 25 e 28 graus.

Uma casinha de cachorro é um bom abrigo, desde que seja bem aquecida. “Senão o jabuti fica apático e imunodeprimido”.

Em outras palavras, tornase presa fácil de doenças como pneumonia, provocada por vírus ou bactérias. Já sintomas como diarréia, corrimento nasal e espuma na boca podem indicar uma interite, inflamação no intestino.

Embora o jabuti ande devagar, quase parando, pisos lisos são um perigo.
“Eles forçam os membros do animal”, diz o veterinário André Grespan, do Parque Zoológico de São Paulo, que recomenda um chão rústico de terra ou grama, mesmo que seja artificial.

E a alimentação?

“Ofereça uma refeição ao dia, com frutas, legumes, queijo branco e verduras, especialmente as verde-escuras.” Uma vez por semana, carne moída misturada com suplemento de cálcio deve entrar no cardápio. Se preferir, compre rações específicas.

Os jabutis são dóceis, convivem bem com crianças e outros animais. “Mas, se for mordido por um cão ou cair, pode até morrer”, alerta o veterinário Celso Martins, da Universidade Metodista de São Paulo. Os cuidados com a higiene são simples. “Recolha sempre as fezes e os restos de comida e dê banho em dias quentes”, ensina Celso. Para isso você tanto pode passar um pano úmido como jogar água morna — mas só quando ele estiver visivelmente sujo.

CONHEÇA O BICHO

Nomes científicos: O do jabuti-piranga é Geochelone carbonaria; e o do Jabuti-tinga é Geochelone denticulata.Também são conhecidos como: Jabuti vermelho e jabuti amarelo, respectivamente.Tamanho: O jabuti-piranga chega a 51 centímetros; o jabuti-tinga pode alcançar os 70.

FAÇA A ESCOLHA CERTA

Na hora de comprar seu jabuti, observe estes aspectos
Recuse o bicho muito pequeno, porque ele é bem mais frágil.• Dê preferência ao animal que esteja se locomovendo bem.• Opte por aquele que estiver com os olhos bem abertos e sem secreções.• Apalpe o casco. Ele deve estar firme.

De que os jabutis de alimentam?

Os Jabutis são animais onívoros, ou seja, se alimentam de substâncias animais e vegetais.
Costumam comer carne, frutas doces, verduras e legumes.
Possuem hábitos diurnos e gregários (vivem em bandos) e passam o tempo em busca de alimento, especialmente os de cores vermelhas e amarelas.

Os jabutis não possuem dentes.

No lugar deles, há uma placa óssea que funciona como uma lâmina.
Os recipientes de água e comida devem ser lavados todos os dias e as fezes devem ser retiradas pelo menos duas vezes por semana, senão, o jabuti pode comê-las.

Quantos anos vive um jabuti?

Eles vivem, em média, 80 anos, mas alguns ultrapassam um século de vida.
Depois de adultos, é praticamente impossível identificar a idade de um jabuti pela a aparência.

Como saber se meu jabuti é macho ou fêmea?
Uma das principais características destes répteis é o plastrão (parte de baixo).
Nos machos ele é côncavo(virado pra dentro,com uma cavidade) e nas fêmeas é convexo(bojudo).
Isso facilita o procedimento da cópula, de modo que o macho possa encaixar-se sobre a fêmea. Para isto, é importante que o macho seja maior do que a fêmea.

A partir de que idade o jabuti é adulto?
A partir dos seis anos eles já podem se reproduzir.
Podem acasalar o ano todo, mas a desova das espécies nacionais normalmente ocorre entre agosto e novembro.
A fêmea bota os ovos cerca de dois meses depois da cópula.
Têm-se observado posturas de seis ou sete ovos, porém alguns criadores mencionam posturas de 15 a 20 ovos.
Os ovos devem ser transportados para a incubadora na mesma posição em que foram botados.
A temperatura da incubadora deve ser de 28°C.
A eclosão ocorre entre seis e nove meses.

Como cuidar de um filhote que acabou de nascer?
Para os filhotes, deve haver sempre água fresca em recipiente raso, para o jabutizinho não correr o risco de se afogar.
Não é necessário oferecer alimentos.
Até completarem um mês de idade, eles se nutrem do violeto que fica reservado.
Depois disso, já podem ser reunidos aos animais adultos.
É fundamental que o chão seja gramado e não de terra batida, muito menos de concreto ou de qualquer outro tipo de solo abrasivo.
Isto para impedir que os animais provoquem atrito no plastrão.

Além disso, os machos no período reprodutivo caminham encaixados sobre as fêmeas e tendem a pôr o pênis em contato com o solo, que se for abrasivo pode resultar em graves feridas.

Onde manter o jabuti?

Os jabutis passam longas horas tomando banho de sol, mas em seu viveiro há necessidade de locais com sombras, para eles controlarem a temperatura corporal.
Se forem mantidos em terrário, o comprimento do mesmo deve ser dez vezes o do jabuti e a largura, cinco.
Pode-se substituir o sol por uma lâmpada UVB própria para répteis.
Nesse caso, ela deve ficar acesa oito horas ao dia.
Jardins também são indicados para criar jabutis, mas somente quando ele já tiver atingido cerca de 15 cm de diâmetro.

Não existem restrições legais para manter um jabuti, para a criação extensiva, entretanto é necessária a autorização do ibama.

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Jabuticaba, jaboticaba ou jabuticabeira é uma árvore originária do Brasil, nativa da Mata Atlântica. Pode ser encontrada com mais frequência no estado de Minas Gerais, além de Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, entre outros. Ocorre desde Mato Grosso do Sul e Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. É também conhecida pela designação de fruita.
Seus frutos pequenos, de casca negra e polpa branca aderida à única semente, crescem no tronco e ramos, dando uma característica peculiar à árvore. Além de consumidos in natura, deles se faz licor, geléia e aguardente. Por isso muito cultivada em pomares domésticos. Floresce duas vezes por ano.Uma jabuticabeira leva entre 10 e 15 anos para frutificar.
Ornamental, a planta se presta ao paisagismo, além de atrair a avifauna.
A árvore, de até 15 m de altura, tem tronco claro, liso, e folhas simples.
A jabuticaba é utilizada para vários fins, tanto culinários, como medicinais. Entre estes é mencionada o cozimento da casca, como remédio para a asma. Por sua semelhança à uva, muitos produtos, como o vinho, suco, geléia, licor e vinagre podem ser feitos com a jabuticaba. O suco extraído da jabuticaba é culturalmente chamado em Minas Gerais de “jabuticabada”, nome que já se espalhou por todo o Brasil. A famosa jabuticabada era usada por muitas tribos indígenas para alimentar principalmente gestantes, por ser rica em ferro
A principal espécie de jabuticabeira é Myrciaria jaboticaba (Vell.) Berg, conhecida como Sabará. Mas outras espécies, como a Myrciaria cauliflora (DC.) Berg. ou jabuticaba Paulista, Assú ou Ponhema, conhecida no Estado de São Paulo.

Cultivo em pequena escala
O cultivo de enxertos é mais simples que desde a semente. Plantas enxertadas requerem manutenção cuidadosa. É necessário manter a terra sempre úmida, regar frequentemente e podar os ramos baixos. Entre-safras é necessário escovar o tronco e os galhos para retirar cascas e resíduos das frutas e/ou flores antigas. Para manter úmido, uma boa dica é colocar uma garrafa grande com um furo na base cheia de água ao lado do tronco. Porém regas constantes são indispensáveis para uma boa colheita. Para colher, espere os frutos estarem bem maduros, bem pretos e brilhantes. Quanto mais maduros, mais doces serão os frutos.

Por: Priscila Gomes

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A Dependência Química é uma doença crônica progressiva, que tem como principal característica, a obsessão mental, seguida do uso compulsivo de determidada droga ou drogas .Todas as drogas causam narcose, que é o entorpecimento do sistema nervoso central, causando alteração neurológica, alterando o processo natural de captação e recaptação dos hormônios produzidos de modo natural pelo cérebro e por outras glândulas existentes no organismo humano, alterando o funcionamento das sinápses, responsáveis pela interligação das células do Sistema Nervoso Central.A inclusão da família no tratamento de dependentes químicos tem sido consideravelmente estudada, no entanto, não existe um consenso sobre o tipo de abordagem a ser utilizado, dentre as várias propostas. A literatura tem concluído que a terapia familiar e de casal produzem melhor desfecho quando comparada com famílias que não são incluídas no tratamento. Dentro deste contexto, três modelos teóricos têm dominado a conceitualização das intervenções familiares em dependência química: o modelo da doença familiar; o sistêmico e o comportamental.

 O modelo de doença familiar considera o alcoolismo ou o uso nocivo de drogas como uma doença que afeta não apenas o dependente, mas também a família. Esta idéia teve origem nos Alcoólicos Anônimos, em meados de 1940, através dos livros de Black3 e Wegsheider4 que descrevem a criança que cresce em uma família que possui histórico familiar de alcoolismo e como as suas expectativas influenciarão seu comportamento adulto. Mais recentemente, estudos têm focado que a doença do alcoolismo manifesta sintomas específicos nas esposas e companheiros de dependentes químicos, dando origem ao conceito de co-dependência embora este tenha recebido críticas. Este modelo envolve o tratamento dos familiares sem a presença do dependente (Grupos de Al-Anon), que consiste em grupos de auto-ajuda com o objetivo de entender os efeitos do consumo de álcool e drogas por parte dos dependentes nos familiares e como reparar o que a convivência com um dependente faz na família, seguindo os princípios do AA.

Dependência Química não é “problema moral”, pois é sempre pertinente lembrar que o cérebro fica dependente das drogas adicionadas ao organismo, pois as mesmas passam a exercer as funções que os hormônios exercem de maneira natural.A abstinência , no ínicio do tratamento,requer em determinados casos tratamento alopático,ou seja, comalgum tipo de medicação com orientação de médico especializado, devido à síndrome de abstinência aguda, conhecida como “fissura”, que é aplicado de acordo com cada indivíduo. Sem tratamento adequado, a dependências química tende a piorar cada vez mais com ao longo do tempo.

As interações familiares podem reforçar o comportamento de consumo de álcool e drogas. O princípio é que os comportamentos são apreendidos e mantidos dentro de um esquema de reforçamento positivo e negativo nas interações familiares. O tratamento tem como objetivo a modificação do comportamento da esposa ou das interações familiares que podem servir como um estímulo para o consumo nocivo de álcool ou desencadeadores de recaídas, melhorando a comunicação familiar, a habilidade de resolver problemas e fortalecendo estratégias de enfrentamento que estimulam a sobriedade. Vários estudos referentes a este modelo descreveram desfechos melhores e redução na utilização da substância de abuso.

Características Presentes em Famílias de Dependentes Químicos:
O impacto que a família sofre com o uso de drogas por um de seus membros é correspondente as reações que vão ocorrendo com o sujeito que a utiliza. Este impacto pode ser descrito através de quatro estágios pelos quais a família progressivamente passa sob a influência das drogas e álcool:

1. Na primeira etapa, é preponderantemente o mecanismo de negação. Ocorre tensão e desentendimento e as pessoas deixam de falar sobre o que realmente pensam e sentem.
2. Em um segundo momento, a família demonstra muita preocupação com essa questão, tentando controlar o uso da droga, bem como as suas conseqüências físicas, emocionais, no campo do trabalho e no convívio social. Mentiras e o uso abusivo de álcool e drogas instauram um clima de segredo familiar. A regra é não falar do assunto, mantendo a ilusão de que as drogas e álcool não estão causando problemas na família.
3. Na terceira fase, a desorganização da família é enorme. Seus membros assumem papéis rígidos e previsíveis, servindo de facilitadores. As famílias assumem responsabilidades de atos que não são seus, e assim o dependente químico perde a oportunidade de perceber as conseqüências do abuso de álcool e drogas. É comum ocorrer uma inversão de papéis e funções, como por exemplo, a esposa que passa a assumir todas as responsabilidades de casa em decorrência o alcoolismo do marido, ou a filha mais velha que passa a cuidar dos irmãos em conseqüência do uso de drogas da mãe.
4. O quarto estágio é caracterizado pela exaustão emocional, podendo surgir graves distúrbios de comportamento e de saúde em todos os membros. A situação fica insustentável, levando ao afastamento entre os membros gerando desestruturação familiar.

Embora tais estágios definam um padrão da evolução do impacto das drogas, não se pode afirmar que em todas as famílias o processo será o mesmo, mas inevitávelmente existe uma tendência dos familiares de se sentirem culpados e envergonhados por estar nesta situação. Muitas vezes, devido a estes sentimentos, a família demora muito tempo para admitir o problema e procurar ajuda externa e profissional, o que corrobora para agravar o desfecho do caso.

E os filhos?
 Crescer em uma família que possui um dependente químico é sempre um desafio, principalmente quando falamos do contato direto de crianças e adolescentes com esta realidade. Filhos de dependentes químicos apresentam risco aumentado para transtornos psiquiátricos, desenvolvimento de problemas físico-emocionais e dificuldades escolares. Dentre os transtornos psiquiátricos, apresentam um risco aumentado para o consumo de substâncias psicoativas quando comparado com filhos de não dependentes químicos, sendo que filhos de dependentes de álcool têm um risco aumentado em 4 vezes para o desenvolvimento do alcoolismo. No entanto, também é um grupo com maior chance para o desenvolvimento de depressão, ansiedade, transtorno de conduta e fobia social.

Em relação ao desenvolvimento de problemas físico-emocionais, é predominante a baixa auto-estima, dificuldade de relacionamento, ferimentos acidentais, abuso físico e sexual. Na maioria das vezes os filhos sofrem com uma interação familiar negativa e um empobrecimento na solução de problemas, uma vez que estas famílias são caracterizadas como desorganizadas e disfuncionais. Aproximadamente um a cada três dependentes de álcool tem um histórico familiar de alcoolismo e a probabilidade de separação e divórcio entre casais é aumentada em 3 vezes quando esta união se dá com um dependente de álcool. Fatores como falta de disciplina, falta de intimidade no relacionamento dos pais e filhos e baixa expectativa dos pais em relação à educação e anseios dos filhos também contribuem para o desenvolvimento de problemas emocionais, bem como o consumo de substâncias psicoativas.

Estudos sobre violência familiar retratam altas taxas de consumo de álcool e drogas, sendo que filhos geralmente são as testemunhas da violência entre o casal e família, e por vezes alvo de abusos físicos e sexuais. Esta população também está mais freqüentemente envolvida com a polícia e com problemas legais quando comparados com filhos com ausência de pais dependentes químicos.

No que tange as dificuldades escolares, filhos de dependentes de álcool apresentam menores escores em testes que medem a cognição e habilidades verbais uma vez que a sua capacidade de expressão geralmente é prejudicada, o que pode dificultar a performance escolar, em testes de inteligência, empobrecimento nos relacionamentos e desenvolvimento de problemas comportamentais. Este empobrecimento cognitivo em geral se dá pela falta de estimulação no lar, gerando dificuldades em conceitos abstratos, exigindo que estas crianças tenham explicações concretas e instruções específicas para acompanhar o andamento da sala de aula.

Estudo realizado no CUIDA (Centro Utilitário de Intervenção e Apoio aos Filhos de Dependentes Químicos) , situado na periferia de São Paulo, detectou que na maioria das famílias o pai é o dependente químico (67%), tendo como substância de escolha o álcool (75%). 59% dos cônjuges que não eram dependentes químicos apresentaram risco aumentado para a ocorrência de transtornos em saúde mental. Nas crianças foi observado timidez e sentimento de inferioridade; depressão; conflito familiar; carência afetiva e bom nível de energia que é indicativo de equilíbrio emocional e mental. Nos adolescentes, foi observado maior índice de problemas em Desordens Psiquiátricas, Sociabilidade, Sistema Familiar e Lazer/ Recreação.
Apesar de seu estado de risco, é importante salientar que grande parte dos filhos de dependentes de álcool é acentuadamente bem ajustada, e por tal uma abordagem preventiva de caráter terapêutico e reabilitador pode ser de vital importância no desenvolvimento saudável de filhos de dependentes químicos.

Tratamento
Inicialmente a disponibilidade dos membros será um fator relevante para um bom encaminhamento, no entanto nem sempre isso é possível. Por isso algumas intervenções que antecedem este processo são favoráveis, como atendimentos individuais às esposas ou pais e/ou intervenções de orientação e suporte. É através do atendimento familiar que os membros passam a receber atenção não só para suas angústias, como também começam a receber informações fundamentais para a melhor compreensão do quadro de dependência química, e conseqüentemente melhora no relacionamento familiar. Uma avaliação familiar pode ser um grande auxiliar no planejamento do tratamento; fornece dados que corroboram com o diagnóstico do dependente químico, bem como funciona como forte indicador do tipo de intervenção mais adequado tanto à família quanto ao dependente.

 Muitos fatores de diversas etiologias contribuem para o desenvolvimento da dependência química, no entanto, a organização familiar mantém uma posição de saliência no desenvolvimento e prognóstico do quadro de dependência química. Neste sentido, a abordagem familiar deve ser considerada como parte integrante do tratamento e um programa bem sucedido é essencial para um desfecho favorável. Daí a necessidade de se especificar o tipo de intervenção de acordo com a meta do tratamento e as necessidades e capacidades da família, evitando adiantar-se a prontidão e motivação da mesma para a mudança.

Autor: Neliana Buzi Figlie/ Adaptado

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Como cuidar do umbigo do recém-nascido

Uma das preocupações das mães de primeira viagem é o modo certo que elas devem cuidar do umbigo do seu recém-nascido. Existem alguns segredo e não há motivo para desespero.

Quando um neném nasce, o corte feito no cordão umbilical dá origem ao “coto umbilical“, que fica preso até que essa região cicatrize. Na maioria das vezes as crianças precisam de uma a duas semanas para cair, mas tem algumas crianças que precisam de mais de vinte dias para cicatrizar o local.

A maneira como é higienizado contribui e muito para a cicatrização do local. A limpeza deve ser feita utilizando algodão ou cotonete embebido com álcool 70%. Você deve fazer a higienização do local várias vezes no dia, tomando cuidado para não deixar o local úmido. Com o passar dos dias o coto vai ficar mais seco e escuro. 

Na hora do banho o coto pode e deve ser lavado normalmente, com água e sabão neutro, sem a necessidade de nenhum cuidado especial.

Algumas mães ficam com medo de provocar dor ao limpar o local, mas saiba que o bebê só chora porque ele o algodão gelado ou até mesmo a insegurança da mãe, e não porque está sentindo dor.

Caso houver sangramento, não precisa ter medo. É normal que haja um pouco de sangue quando o coto está perto de cicatrizar. Nesse caso basta intensificar a limpeza no local, fazendo um curativo algumas vezes no dia. Mas se junto do sangue tiver a presença deoutra secreção é bom providenciar uma visitinha so pediatra.

Apesar de ser simples tem algumas coisas que a mãe não deve fazer na higienização do coto:

– Não passe substâncias como mercúrio, mertiolate ou anticéptico.

– Não ponha nenhum objeto na região. “Tem pessoas que acreditam que colocar pó de café ou uma moeda em cima do coto faz com que ele caia mais rápido”. Tudo superstição.

– Não use cintas ou faixas para segurar o umbigo, pois abafam a região e podem atrapalhar a cicatrização. Também evite deixar a fralda sobre o umbigo.

Publicado por Natasha Fernandes

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Nomes Populares :
Samambaia, renda-portuguesa

Família :

Pteridophyta – Família Davalliaceae

Origem:
Originária da região da Austrália.

 

Descrição:

Planta herbácea rizomatosa, com grandes e longos rizomas cheios de pelos marrons escuros, de onde partem as folhas compostas, finamente pinadas, de aparência delicada. 

Modo de cultivo:Para ambientes iluminados, porém sem sol direto, é uma planta que poderá ser cultivada no chão sob árvores, em vasos ou jardineiras e em vasos para interiores.

Os vasos podem ser largos, do tipo bacia, mas não precisam ser altos, pois os rizomas ficam meio a descoberto no substrato.

Solo e substrato :

O solo de cultivo deverá ser rico em matéria orgânica.

Usa-se uma mistura de composto orgânico, turfa e areia.
Também pode ser usado o substrato especial organo-mineral vendido em sacos nas agropecuárias, mas se utilizar este material deve misturar com areia.

Troca de vaso e propagação de mudas :

Para trocar de vaso, proteja o furo de drenagem com cascalho ou manta não tecido e um pouco de areia.
Coloque o substrato e plante a muda, acrescentando mais substrato apertando de leve para fixar.
Regar a seguir. Manter o substrato levemente úmido.

Para fazer a propagação da muda, retirar pedaços do rizoma, preservando as folhas e plantar como mostramos no passo a passo .

Use um vaso pequeno ou médio, pois a renda portuguesa tem lento crescimento.
Proteja do sol direto em cultivo protegido.

A adubação desta planta é feita misturando uma colher de medida de adubo granulado formulação NPK 10-10-10 em 2 litros de água, sacudir bem para dissolver.
Colocar cerca de 1 copo pequeno por vasinho, se este for maior, aumente a quantidade.
Faça isto a cada 4 meses.

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Tulipas são flores de primavera alegres, que chama a atenção em toda a volta. Estes simples botões dão a impressão de serem fáceis de cultivar, mas isso nem sempre é verdade. 

  1. Plante as tulipas aonde recebam tanto sol quanto sombra. As tulipas apreciam a luz do sol, mas precisam de uma folga ocasionalmente. Então, plante-as onde elas recebem uma combinação de ambos. Tente sol de manhã e sombra da tarde, quando possível.
  2. Fertilize duas vezes por ano. Comece com adubo antes de as florações aparecerem na Primavera. Em seguida, adicione uma pequena dose de adubo no final da temporada em fevereiro ou março, visando prepará-las para a primavera seguinte. Revolva um pouco o solo na base dos bulbos das plantas, em seguida salpique um pouco de cristais de fertilizante. Como as chuvas da primavera ou a sua irrigação irão embeber o solo ao longo das próximas semanas, os cristais chegarão às raízes e fertilizarão suas flores.
  3. Regue as tulipas regularmente. Se o seu quintal recebe chuva mais de uma vez por semana, isto é ótimo. No entanto, se você vive em um clima mais frio ou seco, então assegure-se de regar em grande quantidade pelo menos uma vez por semana para mantê-las florescendo.
  4. Corte as partes mortas. Quando as flores começarem a murchar e morrer, não se esqueça de cortá-las com tesoura afiada antes que impactem o resto da planta. Cortar as plantas alguns centímetros para baixo no caule, de modo que se separem do resto da planta.
  5. Mantenha animais e pragas fora do seu jardim. Coelhos e esquilos são tão fofos quanto estas lindas flores. Mantenha-os fora de seu jardim com opções naturais como cercas de tela ou produtos não-tóxicos.

 

As tulipas são flores que brotam no início da primavera e podem ser fáceis de cuidar desde que você se lembre desses procedimentos simples. Preocupando-se em cuidar e proteger sua tulipas, você terá belas florações em seu jardim nas estações que virão. Existem variedades de tulipas que florescem tanto no início quanto no final da estação. Quando você semeia seu jardim com uma mistura das duas variedades, pode ter tulipas florescendo durante a maior parte da estação de florescimento e desfrutar delas pelo dobro do tempo.

 Por: Fatima Calado

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   CUIDADOS GERAIS:

  1. Manter sempre o protetor do ralo na pia ao manipular as lentes.

   2. Mantenha suas mãos e unhas sempre limpas.

   3. Para previnir confusões, sempre manuseie primeiro a lente direita, evitando assim a troca das lentes.

   4. Limpe semanalmente o estojo de conservação com água e sabão.  Recomenda-se que o mesmo seja trocado a cada 6 meses.

   5. Para o enxágue as lentes deve-se usar o produto para desinfecção.

   LIMPEZA DIÁRIA DAS LENTES:

   1º PASSO: Lave e seque bem suas mãos antes de manusear suas lentes.

   2º PASSO: Enxágüe os dois lados das lentes, por 5 segundos com a solução multiuso.

   3º PASSO: Coloque as lentes limpas no estojo e preencha-o com a solução multiuso. Feche o estojo com cuidado e deixe as lentes imersas por, no mínimo, quatro horas.

   4º PASSO: Suas lentes agora estão prontas para serem usadas novamente. Retire-as do estojo e coloque-as nos olhos. Se algum resíduo permanecer nas lentes, enxágue-as novamente antes de colocá-las. Descarte a solução do estojo, lave-o com a solução multiuso e deixe-o secar.

   Se você não for utilizar as suas lentes imediatamente, mantenha-as no estojo fechado. Não armazene suas lentes em solução salina (soro fisiológico), pois não desinfeta e serve de cultura para germes que podem danificar sua lente.

As lentes devem ser armazenadas no estojo fechado até o momento do uso, por um período máximo de 30 dias. Se você armazenar suas lentes por períodos superiores, elas devem ser limpas e desinfetadas com a solução multiuso.

 LUBRIFICAÇÃO:
 Existem colírios apropriados para usar com lentes de contato.

  Consulte seu oftalmologista.

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Trazer um filhote em casa é sempre um momento de alegria e muita euforia, mas ele pode se sentir um pouco confuso com tantas mudanças. Após escolhido e completo os seus 45 dias de vida você já pode levá-lo para casa.
Nos primeiros dias ele irá incomodar um pouco pois é apenas um filhote que acabou de se separar da mãe, seja paciente, isso passa.

Prepare um cantinho para o filhote, cobertores, 2 comedouros (um para água e outra para ração), uma coleira confortável e alguns brinquedos, e certifique-se que é um local seguro e confortável.

Para  escolher o nome, veja a matéria Lista de nomes para animais de estimação.

A primeira coisa a fazer é levá-lo ao veterinário, peça que ele indique a ração adequada e as vacinas necessárias, aproveite e tire todas as suas dúvidas quanto ao filhote.
Não se espante os filhotes dormem bastante, isso não é um mal sinal, eles alternam períodos curtos de atividade com longos períodos de sono.
 
Não leve-o para passear na rua sem que ele tenha recebido todas as vacinas. Alimente-o basicamente de ração, e troque apenas quando recomendado pelo veterinário. Você pode optar por petiscos na hora de adestrá-lo quando ele acertar dê um petisco, mas sem exageros para que ele não substitua a ração pelas guloseimas.

Banhos também são recomendados após completos os ciclos de vacinas. Para ensiná-lo a fazer as necessidades escolha um local, coloque um jornal, ele irá errar no inicio, mas repreenda-o quando acontecer, já quando ele acertar agrade-o com petiscos para incentivá-lo a fazer novamente.

Cães são animais sociais e não gostam de ficar sozinhos por isso latem sem parar, acostume-o desde pequeno a passar pequenos períodos sozinhos.
Para que um cão mais velho aceite o filhote lembrem-se de respeitar a hierarquia, o mais velho deve ser cumprimentado primeiro e na hora da comida forneça também para o mais velho, assim eles terão uma boa relação.

Por: Priscila Gomes

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Samambaias são  Plantas para lugares sombreados e interioresPlantas verdes, que lembram florestas tropicais e que nossas avós e mães cultivavam, têm, ao longo de décadas passado da moda, entrado na moda, saído de novo. A cada nova demanda do mercado é uma paixão, todos querem!
Aos poucos, deixam de cultivar. 

Plantas para lugares sombreados e interiores são mais sensíveis, necessitam mais cuidados e talvez por desconhecimento de quem as adquire acabam por tornar-se feias ou fenecer.

Vamos falar sobre estas plantas, que compreende desde a samambaia comum, a avenca, o chifre-de-veado até o xaxim (Dycksonia sellowiana) e que têm um sistema de vida e reprodução diferente das plantas que conhecemos.

Substratos de cultivo, regas, propagação e cuidados em geral serão abordados e você poderá cultivar em casa e fazer mudas para presentear amigos.

Está na moda, são lindas e com pequenos cuidados poderemos encher nossa casa com elas!

Solo de cultivo São em geral de cultivo à meia sombra, solo levemente úmido, rico em matéria orgânica e os substratos devem ter esta composição: composto orgânico completo, areia e turfa.

O composto orgânico completo é feito de resíduos vegetais de poda e cascas de frutas, hortaliças acrescentando adubo animal de curral curtido, areia e terra.
O modo de fazer este composto está em detalhes no artigo denominado composto orgânico.

Para suplementação poderemos usar uma colher de sopa de adubo granulado tipo NPK formulação 10-10-10 para uma garrafa de 2 litros de água, sacudindo bem para dissolver.
Colocar no substrato da planta, evitando tocar nas folhas.
Adubos foliares também podem ser usados, mas com muito cuidado, pois tendem a queimar as folhas delicadas.

Luminosidade

Para as plantas do tipo chifre-de-veado (Platycerium), avencas (Adiantum), asplênios (Asplenium) e outras samambaias, a luz é fator muito importante, pois necessitam para fazer a fotossíntese.

Mas a luz direta do sol tende a queimá-las.
Seu cultivo na rua poderá ser feito sob ripados, com sombra de mais de 50%, sob árvores, em varandas com sol pela manhã.

Dentro de casa, junto a janelas sem sol direto em cima, também podemos colocar de modo a que a luz solar seja coada por cortinas.

Vento As samambaias e avencas não apreciam ventos, podendo apresentar queimaduras nas folhas com o vento frio do inverno, ficar desfolhadas, etc.
Locais arejados são necessários para evitar fungos, mas devem ser abrigados dos ventos fortes.

Regas
As regas devem ser frequentes, mantendo o substrato levemente úmido, mas não encharcado.
Por isto, a presença da areia no substrato é fundamental, evitando que as raízes fiquem apodrecidas.

No inverno poderemos reduzir a quantidade de regas e no verão, em dias quentes poderemos colocar água no aspersor e passar uma nuvem sobre elas, propiciando o clima úmido de sua preferência.

PragasInsetos em geral não apreciam as samambaias e as cochonilhas são praticamente a sua única inimiga.
Vários tipos de cochonilha atacam e são mais comuns na samambaia de folhas compridas, também chamada de samambaia-espada (Nephrolepis).

Para combatê-la poderemos usar o sulfato de nicotina, que é fumo deixado de molho na água, coado e aspergido, óleo de nim ou nossa receita caseira de chá de alamanda.

PaisagismoSão adequadas a qualquer ambiente, tanto residencial como empresarial.

Vasos de médio e grande porte de cerâmica são os melhores para as plantas, podendo ser decorados ao gosto do cliente.
Também é possível cultivar no vaso de plástico preto e colocar dentro de um cachepot bonito e elegante, sem prejuízo para a planta.

Decorar banheiro com samambaias é uma ótima opção para o decorador de interiores, já que elas apreciam ambiente com mais umidade.
Se a peça não tiver luz suficiente, no entanto, deveremos evitar ali seu cultivo, pois a planta definhará.

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Cuidando dos idosos em casa

Alguns idosos continuam gozando de boa saúde quando atingem os seus 70 ou 80 anos de idade. Outros notam que a sua saúde física ou mental se deteriora ao envelhecerem. Os idosos devem ser incluídos como membros importantes da família, independentemente das suas condições de saúde.

Cuidar dos parentes idosos é uma maneira dos membros da família retribuirem pelo amor recebido enquanto estavam crescendo. Acima de tudo, faça com que os idosos ainda se sintam amados e respeitados.

Nutrição

Os idosos às vezes perdem o apetite. É natural precisar de uma quantidade menor de alimentos, pois o corpo se torna menos ativo. Ofereça uma dieta nutritiva e balanceada para manter a saúde. Os idosos podem preferir comer pouco, várias vezes ao dia, ao invés de fazerem uma ou duas refeiçõs grandes.

Cuidando de uma pessoa acamada

Uma pessoa que esteja doente demais para se levantar precisa de uma atenção especial. O corpo enfraquece se a pessoa permanecer acamada por muito tempo. Assegure-se de que a pessoa permaneça em um quarto bem arejado e iluminado.Dê banho à pessoa todos os dias, usando uma bacia e uma toalha. Mude a pessoa de posição várias vezes ao dia, para evitar o aparecimento de feridas.

Roupas e lençóis sujos ou molhados irritam a pele e podem causar infecções. Se uma pessoa acamada não tiver um controle completo das suas funções fisiológicas, faça o seguinte:

  • Coloque um pedaço de plástico coberto com uma toalha macia no meio da cama e troque a toalha quando estiver molhada.
  • Tenha sempre uma comadre próxima à cama e anime a pessoa a usá-la freqüentemente.
  • Prenda uma toalha ao redor da pessoa e troque-a quando estiver suja.

Sempre que possível, ajude a pessoa a sentar-se e a caminhar o mais breve possível.

Problemas da pele

Geralmente a pele das pessoas idosas é mais fina e seca e pode dar bastante coceira. O óleo de coco fresco ou vaselina podem ser úteis. Pode-se usar um sabonete suave ao invés de sabonetes comuns, os quais podem ser muito fortes.

Prevenção de acidentes

Ao envelhecerem, algumas pessoas começam a perder o equilíbrio. Elas podem cair e se machucarem mais facilmente. Os ossos das pessoas idosas podem se quebrar mais facilmente. Coloque um corrimão ao lado das escadas ou ao redor das paredes da casa. Pense como os idosos poderiam caminhar mais facilmente.

 

 

A instalação de suportes no banheiro para que as pessoas se apoiem, poderá evitar quedas. Um penico ou comadre deve permanecer próximo da cama para as pessoas que têm dificuldade de locomoção ou que não enxergam bem, pois assim, elas não precisam caminhar muito para irem ao banheiro.

  

 

Surdez

Ao comunicar-se com uma pessoa que tenha dificuldades para ouvir, fale claramente, olhando no seu rosto para facilitar a compreensão.

Falecendo

Algumas pessoas muito idosas não querem tomar remédios ou ir para um hospital, quando adoecem. Elas dizem que estão prontas para se ‘encontrar com Deus’. Este desejo deve ser respeitado e discutido com um profissional de saúde ou médico.

Nunca é fácil cuidar de um parente que esteja morrendo. A família não deve ter receio de discutir sobre a morte de uma maneira amável e sensível, bem como pensar em fazer preparativos após o falecimento de parentes que estejam muito doentes.

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A infecção urinária, também chamada de cistite, é a infecção da bexiga, o reservatório de urina do corpo humano.

A cistite é causada por bactérias, vírus, fungos e outros microorganismos que infectam as paredes da bexiga urinária. Quando não tratada adequadamente pode causar complicações, levando a infecção dos rins e das vias urinárias superiores, passando a ser denominada de pielonefrite.

Fatores de risco para contrair infecção urinária

  • A cistite ocorre principalmente em mulheres, devido à anatomia feminina que favorece a infecção, já que a vagina fica muito próxima da uretra, canal por onde sai a urina.
  • Pessoas com diabetes.
  • Mulheres que usam diafragma como método contraceptivo.
  • Histórico de cálculos renais (pedras nos rins).
  • Pessoas submetidas à passagem de sonda vesical.
  • Portadores de complicações com a próstata

Sintomas da infecção urinária ou cistite

A infecção urinária pode incluir vários dos sintomas abaixo, juntos ou separadamente:

  • Vontade freqüente de urinar;
  • Dificuldade de urinar;
  • Dor, queimação ou ardência ao urinar em casos mais avançados;
  • Urina com cheiro forte, podendo ter sangue ou pus;
  • Dor nas costas e no estômago;
  • Tremores, suores, calafrios;
  • Náuseas, vômitos e febre.

 

Diagnóstico da infecção urinária ou cistite

Os sintomas acima podem levar a suspeita de infecção urinária, no entanto o diagnóstico deve ser realizado pelo médico por meio de avaliação clínica e realização de exames complementares, o mais comum é o EAS (exame simples de urina).

Tratamento da infecção urinária ou cistite

As infecções urinárias são combatidas com facilidade a partir do uso de antibióticos de eficácia comprovada. A duração do tratamento depende do diagnóstico e da gravidade da infecção. Crianças e principalmente mulheres grávidas devem receber cuidado médico especial.

O antibiótico correto depende da avaliação médica, portanto não é recomendada auto-medicação que pode acabar atrasando o tratamento correto e ainda resultar em bactérias resistentes.

Prevenção da infecção urinária ou cistite

Prevenir a infecção urinária é possível, algumas medidas incluem:

  • Ingerir bastante água, pelo menos 2 litros por dia, isso contribui para a formação de um maior volume de urina e a eliminação de eventuais bactérias.
  • Fazer xixi sempre que tiver vontade, evitar ficar segurando a urina prolongadamente.
  • As mulheres devem ter cuidados especiais com sua higiene após urinar, usando o papel higiênico de frente para trás sempre. Nunca o contrário, porque pode levar microorganismos da região anal para a vagina, aumentando o risco de infecções.
  • Após relação sexual, fazer xixi.
  • Caso persistam a recorrência de infecções, o uso de antibióticos de forma profilática pode ser indicado pelo médico.

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Você acabou de adquirir um gatinho lindo, e para que vocês tenham uma ótima relação é importante que você saiba quais as necessidades e cuidados que o seu gato vai exigir nos primeiros meses de vida.

Gatos são super seletivos, portanto escolha uma única ração, mude aos poucos de acordo com a idade e a recomendação do seu veterinário. Lembre-se filhotes deverão comer ração para filhotes até 1 ano de vida. Todo filhote precisa de cálcio para crescer forte e saudável, por isso alimente-o bem, verifique se a ração tem o mesmo na composição. O ideal é que ele tenha 3 refeições diárias enquanto filhote e 2 quando adulto.

Deixe sempre água fresca disponível para o seu gato, e troque regularmente. A liteira é bandeja a bandeja sanitária do seu gato, e deve ser deixada em um local confortável para que ele entenda que aquele é o seu banheiro. Limpe-a 1 ou  2 vezes por dia.

Compre uma coleira confortável, e arranhadores para que o animal gaste suas unhas em um local específico.

Um dos principais cuidados que se deve tomar é não deixar faltar nenhuma vacina, para que ele não venha contrair nenhuma doença, neste caso é melhor prevenir. A vacina contra raiva pode ser aplicada a partir dos quatro meses de idade. Cuidados especiais: Sarnas, pulgas e carrapatos devem ser evitados, mas ambos têm solução, seu veterinário deverá indicar o melhor remédio.

Quanto ao banho não é necessário dar banho com tanta freqüência, pois os gatos não suam e por isso não ficam mal cheirosos. No banho a água deve ser morna, e use produtos neutros, próprios para os mesmos.

Os filhotes precisam aprender desde sempre seus limites e a respeitar seu dono, por isso ensine-o desde pequeno. Repreenda-o quando errado e agrade-o quando obedecer, assim ele irá repetir a ação, eduque com firmeza, mas sempre com carinho.

Os vermes são os grandes vilões dos gatos, principalmente dos filhotes por isso faça uma vermifugação para assegurar a saúde de seu filhote. Quando adulto é importante vermifugar a cada 6 meses.

Lembre-se um animal bem cuidado terá uma vida boa e feliz, cuide e nunca o abandone ele depende de você!

Por: Priscila Gomes

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Quem está pensando em aderir à moda deve procurar um profissional de confiança e cuidar adequadamente do local até a cicatrização. E, claro, pensar muito bem onde colocar o adereço.

A moda do piercing pegou de verdade e está se tornando cada vez mais popular. Antigamente, quem usava um dos seus variados modelos (argola, labret bolinha, barbel, captive, alargador, banana…) costumava ser discriminado. Hoje é comum encontramos adolescentes, jovens e adultos que têm ou pensam em colocar um brinquinho pendurado em algum lugar inusitado –

umbigo, nariz, sobrancelha, lábios, língua… O adorno, no entanto, pode ser transformado num problema de saúde se o candidato não tiver cuidados de higiene durante a colocação e a cicatrização.

Vaidade dolorida

“Quando a pessoa fura a pele, abre caminho para uma série de impurezas penetrarem no local”, avisa a dermatologista Denise Steiner, de São Paulo. A partir daí, a área fica vulnerável a inflamações.

O dermatologista Eduardo Lacaz Martins, médico-assistente da Faculdade de Medicina do ABC acrescenta que também pode haver a formação de quelóides (cicatriz exagerada). Aliás, as pessoas que têm predisposição ao problema devem esquecer o piercing, porque o resultado estético não é nada bonito.

Mais radical, o dentista Olympio Faissol, do Rio de Janeiro, é totalmente contra o uso de piercing, especialmente na língua. “É um local muito vascularizado e um furo abre as portas para infecções graves”, alerta dr. Faissol.

Ele acrescenta: “Se o objeto não for de ouro, de platina ou de uma liga de 85% dos dois elementos o risco é ainda maior. O objeto pode causar reações químicas no organismo e até levar à morte.”

Higiene e cuidados

Escolher um bom body piecer – profissional que faz o furo – é o ponto de partida para evitar arrependimento. Ele deve usar material descartável (cuidado com o vírus da Aids e da hepatite C), além de trabalhar num espaço totalmente higienizado.

O dermatologista Eduardo Lacaz Martins orienta para o passo seguinte: “O local do furo deve ser muito bem limpo até a sua cicatrização, o que, dependendo da região pode demorar meses. O uso de antibióticos locais também é conveniente.”

Outras recomendações são: evitar o atrito com roupa ou travesseiro, ficar longe do sol, não entrar na piscina, no mar ou na sauna e movimentar o piercing para que não cicatrize junto com a pele, além de ficar atento a qualquer sinal de infecção. É normal a região ficar dolorida nos primeiros dias. Mas se a dor aumentar, procure um médico.

Tipos e riscos dos piercings

Dependendo do local em que é colocado, o adereço pode oferecer maior ou menor risco

Língua
Risco de infecção: muito grande. O local é muito vascularizado, por isso de difícil cicatrização, tornando-se uma porta aberta para infecção.

Mamilo
Risco de infecção: moderado. É preciso tomar cuidado com o atrito da roupa, que pode causar irritação.

Nariz
Risco de infecção: grande. O local é úmido e está permanentemente em contato com a poluição.

Orelha
Risco de infecção: moderado. A orelha está sempre exposta à ventilação e é fácil de limpar.

Sobrancelha
Risco de infecção: grande. Como muitas pessoas se esquecem de enxugar bem a região, ela fica úmida e exposta a bactérias.

Umbigo
Risco de infecção: grande. O atrito da pele e das roupas podem trazer infecções e dificuldade na cicatrização.

MATERIAS DIVERSAS

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Assim como o rosto, as mãos também precisam de produtos especiais. Afinal, esta parte do corpo, quando não bem cuidada, é capaz de denunciar...

EMAGRECER